O objetivo deste blog é levantar quais são as necessidades da região do Pinheirinho, para então cobrarmos das autoridades competentes. Por isso comente, reclame, reivindique, proteste e opine para melhorar o nosso bairro. Use este blog como um canal de comunicação. Quando você tiver algo para reclamar da sua rua, creche, escola, posto de saúde, transporte coletivo e etc. Deixe aqui sua mensagem, seja uma reclamação ou mesmo a sua opinião.
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17 de novembro de 2011
Mais um ponto de arrecadação de brinquedos para o natal das crianças da Vila Piratini.
Vamos juntos abraçar esta causa.
Pois quando unimos força, tudo se torna mais fácil
Conto com vcs meus amigos.
Estes são os locais para a arrecadação.
Muito obrigado aos diretores da Flex Academia.
IPTU será reajustado pela inflação em 2012
Preocupadas com a inadimplência, prefeituras usarão descontos generosos para pagamento à vista e até aviso por telefone
As principais cidades do Paraná vão aumentar o IPTU de 2012 apenas com base na correção da inflação acumulada durante este ano – o índice médio de reajuste para os proprietários de imóveis será de cerca de 6% sobre os valores pagos em 2011. Para arrecadar mais, em vez de promover aumentos maiores, os municípios apostam em maneiras de reduzir a inadimplência.Além dos descontos para pagamento antecipado – que podem deixar o valor pago em 2012 menor que o cobrado em 2011 com alíquota cheia –, as estratégias incluem programas municipais de refinanciamento de impostos atrasados (nos moldes do Refis) e até mesmo a criação de um call center para contatar os contribuintes
Na capital, não haverá revisão da base de cálculo do IPTU. A última atualização com base no valor da planta dos imóveis ocorreu em 2005. O reajuste do imposto será de 6,5%, com base no IPCA acumulado em 2011, e a prefeitura dará um desconto entre 7% e 8% para quem optar pelo pagamento antecipado em parcela única. Aumentos de até 6,5% também serão aplicados em Ponta Grossa e Londrina; em Cascavel, no Oeste, o IPTU será reajustado em 7,99%, com base no IGPM.
No interior, os descontos para quem pagar em parcela única serão maiores que em Curitiba – em Ponta Grossa, serão 20%; em Londrina, 10%; Foz do Iguaçu, no Oeste do estado, que tem um dos maiores índices de inadimplência, dará descontos de até 50%, sendo 20% para o pagamento à vista e bonificações cumulativas anuais que variam de 6% a 30%, de acordo com o histórico de pagamento nos últimos anos
Calote
O desconto maior oferecido no interior é um estímulo para combater as altas taxas de inadimplência no pagamento do IPTU: 35% em Ponta Grossa e Foz do Iguaçu (onde o índice já foi de 45%), e 23% em Londrina. Segundo o secretário de Finanças de Curitiba, João Luiz Marcon, a inadimplência do IPTU na capital, que gira em torno de 12%, é considerada uma das mais baixas dentre as capitais do país. Ainda assim, a prefeitura planeja reduzir esse índice para 10% no próximo exercício, o que representaria R$ 7,2 milhões a mais na arrecadação.
Para isso, a Secretaria Municipal de Finanças de Curitiba criará uma “central de relacionamento”, que vai procurar, via telefone, os contribuintes com parcelas do imposto em atraso. “Percebemos que muita gente acaba não pagando o IPTU não porque não quer, mas simplesmente porque se esquece que a parcela está vencida. O objetivo não é cobrar, mas lembrar que o pagamento está em aberto”, explica Marcon.
Paranaguá, no litoral do estado, vai adotar uma abordagem diferente para combater o calote: em busca de recuperação de créditos atrasados, a prefeitura está oferecendo um desconto de até 100% sobre os juros e multas dos impostos atrasados para quem deixar as contas em dia até 30 de novembro.
Em todas as cidades, os carnês começam a ser enviados nos primeiros dias úteis de 2012, pelo correio, para a casa dos contribuintes.
Colaboraram: Diego Antonelli, especial para a Gazeta do Povo, da sucursal de Ponta Grossa; Luiz Carlos da Cruz, correspondente em Cascavel; Juliana Gonçalves, da sucursal de Londrina; Fabiula Wurmeister, da sucursal de Foz do Iguaçu; e Oswaldo Eustaquio, correspondente em Paranaguá.
Ordem para matar adolescentes na Vila Sabará partiu do tráfico, diz polícia
Jovens seriam integrantes de gangues que são usadas por traficantes. Em novembro, dois jovens foram mortos e quatro pessoas foram baleadas em confrontos
O tráfico de drogas está por trás dos assassinatos de adolescentes ocorridos em novembro na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Segundo a Delegacia de Homicídios (DH), as mortes foram determinadas por traficantes que atuam na área e que usam as gangues de jovens para a venda de drogas. Desde o início do mês, dois jovens foram mortos e três pessoas foram baleadas no entorno da Escola Municipal Candido Portinari, na Vila Sabará. Na Vila Barigui, um rapaz de 18 anos também foi atingido por disparos. Segundo o delegado Rubens Recalcatti, chefe da DH, todos os casos estão relacionados.
A polícia identificou três gangues formadas por jovens daquela região. Segundo o delegado Jaime da Luz, responsável pelas investigações, esses grupos se enfrentam entre si, disputando espaços de convivência (como ruas de maior movimento e bosques). Entretanto, as facções também seriam usadas pelo tráfico de drogas, o que teria servido de estopim para as mortes. “Apesar de essas gangues não terem sido formadas para traficar, elas acabam sendo usadas pelos traficantes”, ressalta.Localidade
Como cada gangue está fixada em um local específico, seus integrantes acabaram cooptados pelos traficantes desta localidade. A rixa entre os traficantes teria acirrado, segundo a polícia, a indisposição entre os grupos. “Os dois assassinatos e as outras tentativas de homicídios foram determinados pelos ‘patrões’ [chefes de um pequeno grupo ligado ao tráfico], que disputam pontos de tráfico naquela área”, explicou o delegado.
Nesta semana, a DH intensifica as investigações dos casos para identificar os traficantes envolvidos nas disputas e nas mortes. A polícia trabalha com base no depoimento de testemunhas e sobreviventes, em informações levantadas pela unidade e em denúncias. Os investigadores também se apoiam sobre uma suposta lista de jovens que integrariam as gangues e que estariam marcados para morrer. “É um trabalho delicado e que envolve adolescentes. Então, é preciso cautela. Mas esperamos terminar essas investigações com a prisão dos traficantes”, disse o delegado Recalcatti.
Disputas e mortes
O primeiro adolescente foi assassinado no dia 1º de novembro. Loredo Messias da Silva, de 15 anos foi morto a tiros, após sair da Escola Cândido Portinari, por volta das 12h30. Segundo a polícia, o jovem integrava uma gangue chamada Cidade de Deus (CDD). Apesar disso, o rapaz mantinha amizades em uma área dominada por outro grupo, o Comando Sabará. “Não há evidências de que Loredo Messias, pessoalmente, tivesse envolvimento com o tráfico. Mas o CDD é usado pelo tráfico. A ordem para a morte dele partiu de traficantes de outro ponto”, disse Jaime da Luz.
Segundo as investigações, entre os assassinos de Loredo Messias está Maicon Wilian de Lima Patrício, de 16 anos. Ele é apontado como integrante do Comando Sabará e foi morto no dia seguinte, a poucas quadras da escola. Além dessas duas facções, a polícia também identificou a existência de um terceiro grupo: o Comando Corbélia.
O delegado afirma que as outras quatro tentativas de homicídio também obedecem a mesma dinâmica. Inclusive, o caso de Eduardo de Toledo, de 18 anos, atingido por dois tiros na Vila Barigui, na CIC. Ele seria morador da Vila Sabará e foi alvejado quando ia visitar a namorada. “No primeiro momento, nos debruçamos sobre os assassinatos. Agora, vamos ampliar os trabalhos sobre essas tentativas de homicídio”, disse Jaime.
16 de novembro de 2011
Marcha contra a corrupção reúne 150 manifestantes em Curitiba
Movimento ocorreu em diversas cidades brasileiras neste feriado da República. Em Curitiba, encontro foi na Praça Santos Andrade, às 13 horas
15/11/2011 | 15:05 | Elisa Lopes, especial para a Gazeta do Povo
O feriado de Proclamação da República, nesta terça-feira (15), foi escolhido para diversas manifestações contra a corrupção em todo o Brasil. Em Curitiba, mesmo com chuva, cerca de 150 manifestantes se reuniram, por volta das 13 horas, na escadaria da Universidade Federal do Paraná, na Praça Santos Andrade. Eles iam em direção à Câmara Municipal de Curitiba.
Na última marcha organizada contra a corrupção, também em um feriado, no dia 12 de outubro, cerca de 600 pessoas estiveram presentes em Curitiba.
O movimento - apartidário -, que nasceu nas redes sociais, foi organizado pelos Anonymous . Na página do evento no Facebook, mais de 600 pessoas estavam confirmadas para a marcha desta terça, que teve como objetivo reunir indignados com os políticos, com a opressão, pessoas que se sentem manipuladas pelos meios de comunicação e cidadãos que querem mudanças.
Na última marcha organizada contra a corrupção, também em um feriado, no dia 12 de outubro, cerca de 600 pessoas estiveram presentes em Curitiba.
Câmara autorizou a renovação do contrato, diz mulher de Derosso
Alguém será punido nesta história??
A jornalista Cláudia Queiroz Guedes, mulher do presidente da Câmara de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB), disse ontem ter consultado a procuradoria jurídica da Casa antes de realizar a renovação do contrato de sua empresa com o Legislativo municipal, quando já era casada com o dirigente da Casa. Dona da agência de propaganda Oficina da Notícia, Cláudia venceu uma licitação para prestar serviços de publicidade para a Câmara em 2006. Até o início deste ano, ela administrou R$ 5,1 milhões da verba publicitária da Casa.
A declaração de Cláudia foi dada ontem em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara.
A renovação do contrato é um dos pontos mais polêmicos de toda a crise na Câmara de Curitiba. Em 2008 e 2009, a Câmara prorrogou um contrato que tinha com a empresa sabendo que a proprietária tinha relação afetiva com Derosso. Em 2006, data da licitação, os dois alegam que ainda não estavam juntos.
Cláudia, que compareceu ontem acompanhada do advogado Marcelo Ciscato, disse que já previa que sua relação com Derosso poderia gerar questionamentos sobre a prorrogação dos contratos. Entretanto, ela diz ter consultado tanto os procuradores da Casa quanto o advogado José Cid Campêlo Filho, e que ambos teriam dado aval para a renovação. De acordo com a jornalista, como o contrato estava sendo executado a contento e como seu relacionamento com Derosso começou depois da licitação, os advogados entenderam que não existiam motivos para não prorrogá-lo. A CPI requisitou a apresentação desses pareceres.
Procurado pela reportagem, Cid Campêlo confirmou que foi procurado pela jornalista. No entanto, ele afirmou que, em razão do sigilo profissional, não pode comentar o caso.
Funcionária
No depoimento, Cláudia confirmou ainda que trabalhou na Câmara como funcionária comissionada entre fevereiro e abril de 2006, prestando assessoria às comissões. Ela teria sido indicada para o cargo pelo ex-vereador Luiz Ernesto (PSDB). De acordo com seu depoimento, ela ficou sabendo da licitação pelo jornal Diário Popular enquanto era funcionária, e pediu sua exoneração para participar do processo. Ela disse também desconhecer que a lei proíbe a participação de servidores em licitações lançadas pelos órgãos públicos nos quais trabalham.
Cláudia disse ainda que a decisão de incluir serviços de publicidade na razão social de sua empresa aconteceu antes de ela decidir participar da licitação. Segundo a jornalista, a empresa estava crescendo e já prestava esse tipo de serviço, e começou o processo de mudança em janeiro de 2006. Segundo relatório do Tribunal de Contas do Paraná (TC), a empresa mudou sua razão social para poder prestar serviço de publicidade 21 dias antes do início da licitação. Antes, a empresa era uma assessoria de comunicação.
A jornalista afirmou ainda que a empresa dela fazia informes, editais e até reportagens para serem publicadas, mediante pagamento da Câmara, em diversos veículos de comunicação da capital. De acordo com ela, a decisão sobre quais veículos receberiam dinheiro da Câmara era tomada pela Oficina da Notícia e pela administração da Casa.
Ela afirmou que havia veículos indicados pelos vereadores para receber publicidade da Casa, mas que nenhum deles, nem mesmo Derosso, entrava em contato diretamente com a empresa dela. De acordo com a jornalista, cabia aos diretores administrativos da Câmara, Relindo Schlegel e João Carlos Milani, fazer essa intermediação. Cláudia destacou que toda a relação da empresa dela com a Câmara era feita com a direção administrativa, sem envolver a presidência e os outros vereadores.
A declaração de Cláudia foi dada ontem em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara.
A renovação do contrato é um dos pontos mais polêmicos de toda a crise na Câmara de Curitiba. Em 2008 e 2009, a Câmara prorrogou um contrato que tinha com a empresa sabendo que a proprietária tinha relação afetiva com Derosso. Em 2006, data da licitação, os dois alegam que ainda não estavam juntos.
Cláudia, que compareceu ontem acompanhada do advogado Marcelo Ciscato, disse que já previa que sua relação com Derosso poderia gerar questionamentos sobre a prorrogação dos contratos. Entretanto, ela diz ter consultado tanto os procuradores da Casa quanto o advogado José Cid Campêlo Filho, e que ambos teriam dado aval para a renovação. De acordo com a jornalista, como o contrato estava sendo executado a contento e como seu relacionamento com Derosso começou depois da licitação, os advogados entenderam que não existiam motivos para não prorrogá-lo. A CPI requisitou a apresentação desses pareceres.
Procurado pela reportagem, Cid Campêlo confirmou que foi procurado pela jornalista. No entanto, ele afirmou que, em razão do sigilo profissional, não pode comentar o caso.
Funcionária
No depoimento, Cláudia confirmou ainda que trabalhou na Câmara como funcionária comissionada entre fevereiro e abril de 2006, prestando assessoria às comissões. Ela teria sido indicada para o cargo pelo ex-vereador Luiz Ernesto (PSDB). De acordo com seu depoimento, ela ficou sabendo da licitação pelo jornal Diário Popular enquanto era funcionária, e pediu sua exoneração para participar do processo. Ela disse também desconhecer que a lei proíbe a participação de servidores em licitações lançadas pelos órgãos públicos nos quais trabalham.
Cláudia disse ainda que a decisão de incluir serviços de publicidade na razão social de sua empresa aconteceu antes de ela decidir participar da licitação. Segundo a jornalista, a empresa estava crescendo e já prestava esse tipo de serviço, e começou o processo de mudança em janeiro de 2006. Segundo relatório do Tribunal de Contas do Paraná (TC), a empresa mudou sua razão social para poder prestar serviço de publicidade 21 dias antes do início da licitação. Antes, a empresa era uma assessoria de comunicação.
A jornalista afirmou ainda que a empresa dela fazia informes, editais e até reportagens para serem publicadas, mediante pagamento da Câmara, em diversos veículos de comunicação da capital. De acordo com ela, a decisão sobre quais veículos receberiam dinheiro da Câmara era tomada pela Oficina da Notícia e pela administração da Casa.
Ela afirmou que havia veículos indicados pelos vereadores para receber publicidade da Casa, mas que nenhum deles, nem mesmo Derosso, entrava em contato diretamente com a empresa dela. De acordo com a jornalista, cabia aos diretores administrativos da Câmara, Relindo Schlegel e João Carlos Milani, fazer essa intermediação. Cláudia destacou que toda a relação da empresa dela com a Câmara era feita com a direção administrativa, sem envolver a presidência e os outros vereadores.
Rio desponta e supera Curitiba como modelo de transporte.
É preciso recuperar a identidade de Curitiba e faze-la voltar o que era..Referência mundial.
A ideia de que Curitiba é a cidade brasileira referência em transporte coletivo parece estar ficando de vez para trás. No 18.º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, realizado em outubro, os holofotes saíram de Curitiba e se dirigiram para o Rio de Janeiro. Pela primeira vez, ao invés de ser alvo de elogios e ser citada como modelo para outras cidades, como é comum em eventos desse tipo, a capital paranaense passou a ser referenciada como sinônimo de problemas.
“Curitiba está num patamar desatualizado”, afirma o diretor da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, Marcos Bicalho dos Santos. Some-se a isso o fato de o Rio ter sido apontada recentemente como a cidade brasileira com o melhor indicador de mobilidade sustentável, desbancando justamente... Curitiba
O estudo divulgado recentemente pelo portal Mobilize Brasil mostra que, numa escala de 0 a 10, o Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar, com um indicador 7,9 em mobilidade, seguido de Curitiba, com 7. A pesquisa analisou índices relacionados ao uso de transporte coletivo, acessibilidade, violência no trânsito, ciclovias e tarifa de ônibus.
Curitiba obteve nota máxima em dois dos cinco índices analisados (veja ao lado), mas perdeu feio quanto à quantidade de deslocamentos feitos por transporte individual. Neste, que é um dos índices mais importantes quando se fala em mobilidade urbana, Curitiba ficou em 6.º lugar, na frente apenas de Cuiabá e São Paulo. Enquanto no Rio apenas 13% do total de deslocamentos são feitos por meio de transporte individual, como carro e motocicleta, em Curitiba esse porcentual é de 27%.
De acordo com os especialistas, esses números revelam algo que, no dia a dia, o curitibano está careca de saber: o transporte coletivo da cidade deixou de ser atrativo. Isso significa dizer que se houver opção, o curitibano não pensa duas vezes: usa carro ou moto, em vez de ônibus. Ao contrário do que a pesquisa parece mostrar em relação ao Rio.
Para a gestora do programa de mobilidade urbana da Urbs (empresa que administra o transporte na capital paranaense), Olga Prestes, o transporte individual acaba sendo mais usado em Curitiba do que no Rio porque aqui ainda há possibilidade de circular mais facilmente de carro e moto. “No Rio, as pessoas não usam carro porque não querem ficar paradas no trânsito”, pondera.
Já para Santos, o problema na capital paranaense é que o sistema de transporte coletivo anda dando mostras de saturação e, por isso, acaba afugentando usuários. Seria possível uma sobrevida, segundo ele, se a cidade apostasse em medidas simples, como a implantação de pista de ultrapassagem em todos os eixos do biarticulado e de sistemas de ITS (sigla em inglês para Sistemas Inteligentes de Transporte).
A Urbs responde dizendo que é justamente essa a proposta para a cidade. Além de expandir o sistema de ultrapassagem nos eixos de transporte, cerca de R$ 70 milhões serão investidos em ITS. Com a ajuda de câmeras espalhadas pela cidade e um centro de operações, painéis nas vias, nas estações-tubo e em terminais vão trazer informações em tempo real sobre o sistema de trânsito e transporte para o usuário. A primeira fase deste projeto, focado no Anel Central, será inaugurado dia 29 de março de 2012, data do aniversário de Curitiba.
Olímpíada e Copa ajudam capital carioca
Não que o transporte do Rio de Janeiro ande às mil maravilhas. Mas, enquanto Curitiba ensaia um declínio, o Rio parece estar em ascensão. A pesquisa do portal Mobilize Brasil mostrou esse fenômeno e afirma que Curitiba, outrora referência mundial, agora anda “tropeçando”. Já o Rio, de acordo com o estudo, “tem um dos planos mais ambiciosos do país para recuperar a mobilidade”.
Na abertura do 18.º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, no mês passado, o diretor da regional Rio da Associação Nacional de Transporte Público, Wiliam Alberto Pereira, fez questão de lembrar: “O Rio está em obras”. E está mesmo. Os investimentos do governo federal, estadual e municipal em mobilidade na cidade que sediará a conferência Rio+20, a final da Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 são estimados em R$ 11 bilhões.
Pudera. Incrustado entre o mar e as montanhas, o Rio sofre com congestionamentos que roubam até cinco horas diárias de seus moradores. A ideia é mudar isso a partir de uma única receita: investimento em transporte coletivo. Segundo o secretário municipal de transporte e trânsito do Rio, Alexandre Sansão, a intenção é aumentar a capacidade de transporte coletivo carioca de 1,5 milhão de passageiros/dia para 4 milhões.
O Rio, entretanto, não só fez a opção de investir em transporte coletivo como também na integração de diversos modais, o que é aplaudido de perto por especialistas da área. Em uma só tacada, a cidade pretende construir quatro eixos de Bus Rapid Transit (BRT), dois deles já em obras, sistema inspirado no modelo curitibano de ônibus em faixa segregada, com embarque e pagamento de passagem antecipados.
Estão no planejamento, ainda, 20 Bus Rapid System (BRS), sistema inspirado no BRT, mas mais simplificado, já que prevê apenas faixa de ônibus preferencial – parte dos BRS do Rio, como os de Copacabana, Lebron e Ipanema, já está em funcionamento. Há ainda a ampliação do metrô, o projeto de uma linha turística em Veículo Leve sobre Trilhos, melhoria das vias férreas de trens urbanos, adaptação de ônibus, a ampliação da malha cicloviária para 300 quilômetros até 2012 (Curitiba pretende chegar a 400 quilômetros, mas ainda não há previsão de data) e um algo a mais, que parece estar colocando os cariocas na vanguarda.
É que além de investir nisso tudo, o Rio tem buscado soluções criativas para resolver problemas bem locais. Exemplo disso é a integração do sistema de transporte às barcas, ao teleférico do Complexo do Alemão e ao elevador urbano de alta capacidade do Morro do Cantagalo.
14 de novembro de 2011
Veja quanto gasta o deputado que vc elegeu................
Gastos dos deputados estaduais
Para facilitar a consulta à prestação de contas da Assembleia Legislativa a Gazeta do Povo reuniu os mais de 50 mil valores disponíveis no Portal da Transparência e criou uma ferramenta que permite listar os gastos dos deputados agrupando-os por nome do parlamentar, período, tipo de despesa ou fornecedor.Na aba 2010 estão os gastos referentes ao período de janeiro de 2010 a janeiro de 2011, quando acabou a legislatura anterior. Na aba 2011 estão os de fevereiro de 2011 em diante, quando iniciou a legislatura atual, que serão atualizados de acordo com a disponibilidade dos gastos no Portal da transparência.
Encontrou alguma irregularidade? Entre em contato pelo email: vidapublica@gazetadopovo.com.br
http://www.gazetadopovo.com.br/dados/vidapublica/gastos
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