Allison Batson cedeu órgão a jovem que conhecera há apenas 6 semanas. Clay Taber, de 23 anos, foi hospitalizado após rins pararem de funcionar
Uma enfermeira cedeu um de seus rins para um paciente que mal conhecia nos Estados Unidos. Allison Batson, de 48 anos, resolveu ajudar o jovem Clay Taber, de 23 anos, que estava internado no hospital universitário Emory, na cidade de Atlanta.
O jovem é portador da síndrome de Goodpasture, problema que faz o corpo do portador atacar as estruturas dos próprios rins e pulmões. Ele foi diagnosticado com a doença em agosto de 2010, pouco depois comemorar o seu aniversário e a conclusão dos estudos universitários.
Testes revelaram que os rins do jovem haviam parado de funcionar. Segundo os médicos, Clay teve sorte de ter descoberto o problema antes que os seus pulmões fossem afetados. Mas um transplante de rim ainda era necessário para salvar a vida do paciente.
Atualmente, nos Estados Unidos, cerca de 90 mil pessoas esperam na fila por um transplante de rim. Clay foi colocado nesta lista para receber a doação de um rim retirado de uma pessoa morta, processo que pode levar de 3 até 5 anos.
A própria mãe queria doar um rim a Clay e teria feito o procedimento já que os seus órgãos eram compatíveis, mas foi impedida pelos médicos. Eles afirmaram que o revestimento dos rins da mãe eram muito finos para que a operação fosse realizada.
Foi quando a enfermeira Allison Batson se ofereceu para ajudar o jovem que conhecera há apenas seis semanas. Ambas as cirurgias -- para retirada do órgão e o transplante posterior -- foram bem-sucedidas.
Recuperado do problema, Clay deverá se casar em junho e faz planos para iniciar uma carreira no setor bancário ou junto com sua noiva.
Fonte Guia-me
O objetivo deste blog é levantar quais são as necessidades da região do Pinheirinho, para então cobrarmos das autoridades competentes. Por isso comente, reclame, reivindique, proteste e opine para melhorar o nosso bairro. Use este blog como um canal de comunicação. Quando você tiver algo para reclamar da sua rua, creche, escola, posto de saúde, transporte coletivo e etc. Deixe aqui sua mensagem, seja uma reclamação ou mesmo a sua opinião.
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17 de janeiro de 2012
Estamos de olho nestes postos..Doze postos de combustíveis de Curitiba e região tinham lacres violados, diz Ipem
Não foi divulgado quais são os postos de combustíveis onde foram encontrados os lacres rompidos
Doze postos de combustíveis de Curitiba e região tinham lacres violados nas placas das bombas de combustível. Esses estabelecimentos são clientes da empresa Power Bombas, de Cléber Salazar, suspeito de gerenciar um esquema de fraude em postos de combustíveis. Duas placas também foram recolhidas para a análise. Ao todo, 44 estabelecimentos foram fiscalizados. O número foi divulgado pelo Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) na manhã desta terça-feira (17).
Não foi divulgado quais são os postos de combustíveis onde foram encontrados os lacres rompidos. As informações do Ipem foram encaminhadas ao Ministério Público do Paraná, e caberá a esse órgão divulgar os nomes dos estabelecimentos.
O rompimento dos lacres é um indício de que pode ter havido fraude nos postos de combustíveis. No golpe, o consumidor receberia menos combustível que o informado na bomba, o que representaria um prejuízo financeiro.
Salazar está preso desde 9 de janeiro e a Justiça negou o pedido de habeas corpus na última quinta-feira (12). O alvará de funcionamento da Power Bombas venceu na última sexta-feira (13) e não foi renovado.
A prisão temporária dele vencerá nesta quarta-feira (18) e o Ministério Público do Paraná e a Delegacia do Consumidor (Delcon) cogitam pedir a prisão preventiva do dono da Power Bombas.
Donos de postos começam a ser ouvidos pela polícia
O primeiro dono de posto interrogado pela Delegacia do Consumidor (Delcon) de Curitiba nesta segunda-feira (16) negou qualquer participação no esquema de fraude de combustível, denunciado pelo programa Fantástico, da TV Globo, no dia 8 de janeiro. No entanto, de acordo com o delegado titular da Delcon, Jairo Estorílio, Ângelo Albuquerque Gobbo, proprietário dos postos Arrancadão e Jockey, disse que pagava a Cléber Salazar cerca de R$ 400 por mês pela manutenção nas bombas.
Gobbo negou que praticasse qualquer fraude em seus postos. O delegado Estorílio e a promotora Cristina Corso Ruero, da promotoria do Consumidor, concederam uma entrevista coletiva, na tarde desta segunda, para explicar como foi o interrogatório de Gobbo.
Não foi divulgado quais são os postos de combustíveis onde foram encontrados os lacres rompidos. As informações do Ipem foram encaminhadas ao Ministério Público do Paraná, e caberá a esse órgão divulgar os nomes dos estabelecimentos.
O rompimento dos lacres é um indício de que pode ter havido fraude nos postos de combustíveis. No golpe, o consumidor receberia menos combustível que o informado na bomba, o que representaria um prejuízo financeiro.
Salazar está preso desde 9 de janeiro e a Justiça negou o pedido de habeas corpus na última quinta-feira (12). O alvará de funcionamento da Power Bombas venceu na última sexta-feira (13) e não foi renovado.
A prisão temporária dele vencerá nesta quarta-feira (18) e o Ministério Público do Paraná e a Delegacia do Consumidor (Delcon) cogitam pedir a prisão preventiva do dono da Power Bombas.
Donos de postos começam a ser ouvidos pela polícia
O primeiro dono de posto interrogado pela Delegacia do Consumidor (Delcon) de Curitiba nesta segunda-feira (16) negou qualquer participação no esquema de fraude de combustível, denunciado pelo programa Fantástico, da TV Globo, no dia 8 de janeiro. No entanto, de acordo com o delegado titular da Delcon, Jairo Estorílio, Ângelo Albuquerque Gobbo, proprietário dos postos Arrancadão e Jockey, disse que pagava a Cléber Salazar cerca de R$ 400 por mês pela manutenção nas bombas.
Gobbo negou que praticasse qualquer fraude em seus postos. O delegado Estorílio e a promotora Cristina Corso Ruero, da promotoria do Consumidor, concederam uma entrevista coletiva, na tarde desta segunda, para explicar como foi o interrogatório de Gobbo.
Fonte...Gazeta do Povo.
16 de janeiro de 2012
Denuncie quando vc ver isso.Lixo de construções tem destinação irregular.
Empresas de transporte de caliças atuam clandestinamente em Curitiba, despejando tijolos, concreto, madeira e tintas no meio ambiente
O aquecimento do mercado imobiliário tem gerado um efeito colateral preocupante para Curitiba. Segundo o presidente da Associação dos Transportes de Resíduos de Curitiba e Região Metropolitana (Acertar), Adilson Orlando Penteado, existem hoje pelo menos 30 empresas de transporte de resíduos da construção civil irregulares trabalhando na cidade. Sem locais adequados para o descarte, os entulhos vêm sendo jogados em terrenos baldios e aterros clandestinos, colocando em risco o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas. O lixo da construção civil é composto por diversos tipos de materiais, e cada um deles deve ter um destino diferente. Além de sobras, como tijolos, concreto e madeira, também são descartados materiais tóxicos, como tintas, por exemplo. Outro agravante é o descarte irregular feito pela própria população, que muitas vezes joga seu lixo orgânico no meio dos entulhos. Por causa disso, é necessária uma triagem do material recolhido, o que não acontece nesses despejos ilegais.
Regras
As transportadoras são obrigadas, por lei, a depositar esse material em locais específicos. Algumas delas transportam o lixo para usinas de reciclagem, onde é separado e reutilizado para a fabricação de brita, areia e outros materiais necessários na construção civil. Outras têm aterros próprios. Em ambos os casos, o lixo orgânico e o tóxico são destinados para locais adequados. Entretanto, as empresas irregulares não cumprem essa etapa e despejam esses entulhos em terrenos baldios – reduzindo seus custos de operação.
Segundo Penteado, esse crescimento foi muito forte nos últimos dois anos. A Acertar estima que cerca de 30% das transportadoras de entulhos que operam hoje em Curitiba estão irregulares. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) diz não ter dados que comprovem esse aumento, mas afirma que, pelas denúncias, é possível perceber que houve, de fato, um crescimento.
Fiscais próprios
Para a Acertar, o principal problema é a falta de fiscalização da SMMA e do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). “Esse órgãos precisariam ter fiscais próprios para atuar nesse segmento”, afirma Penteado.
Para a diretora do Departamento de Pesquisa e Monitoramento da SMMA, Érica Mielke, a fiscalização é bastante difícil, especialmente quando esses resíduos são despejados em áreas públicas, como margens de rodovias. É difícil saber quem é o autor desse tipo de ação, nesses casos.
Érica explica, também, que a SMMA depende da colaboração da população para fiscalizar esses despejos, já que as ações partem, geralmente, de denúncias. As reclamações podem ser feitas pelo telefone 156. Além disso, algumas precauções podem ajudar a evitar esse tipo de problema. Proprietários de terrenos desocupados devem mantê-los sempre fechados, para evitar o despejo de caliça. Contratar apenas empresas regularizadas na hora de descartar o lixo de uma construção também é importante.
Já a engenheira ambiental Flávia Deboni, do Departamento de Licenciamento de Atividades Poluidoras do IAP, explica que há uma falta de funcionários na instituição, o que dificulta a fiscalização. O IAP é responsável pelo licenciamento de aterros sanitários na Região Metropolitana de Curitiba, destino final de boa parte dos resíduos da construção civil da capital.
Produtor dos resíduos também é responsável
As transportadoras clandestinas não são as únicas responsáveis pelos detritos jogados em aterros ilegais. Segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, o primeiro a ser responsabilizado é o produtor do lixo – ou seja, as empresas e pessoas físicas responsáveis pelas obras nas quais os resíduos são produzidos. Isso reforça a importância, na hora de construir, de conferir se as empresas contratadas para o transporte dos resíduos têm autorização da prefeitura para esse tipo de atividade.
No município de Curitiba, a listagem de empresas com cadastro na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) pode ser encontrada no site da Urbs (http://bit.ly/xITFoi). Apenas empresas com cadastro na prefeitura estão autorizadas a realizar esse tipo de serviço. Se a obra é de outro município, vale buscar essas informações nas prefeituras locais.
Para grandes obras, a lei municipal exige que haja um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Nesse plano, deve constar quanto material será descartado, qual empresa fará o transporte dos rejeitos e onde esse material vai ser depositado. Esse documento é necessário para a liberação do alvará da obra. Para obras menores, os proprietários devem procurar uma empresa devidamente licenciada e ela providenciará o gerenciamento.
Entretanto, para quem vai apenas fazer uma pequena reforma na casa, isso não é necessário. Se a quantidade de detritos for inferior a meio metro cúbico, o equivalente a cinco carrinhos de mão cheios, basta ligar para a prefeitura pelo 156 que ela própria se responsabiliza pelo descarte.
Atrativos
As empresas clandestinas contam com um grande atrativo em relação às legalizadas: podem realizar essas operações por um custo bastante reduzido, já que não pagam taxas à prefeitura nem são cobradas pela destinação do lixo. Isso coloca os clandestinos em vantagem na disputa por clientes. O presidente da Associação dos Transportes de Resíduos de Curitiba e Região (Acertar), Adilson Orlando Penteado, calcula que essas atividades impactem atualmente em 40% o faturamento das empresas legalizadas.
Interatividade
Você tem visto empresas clandestinas de transporte de resíduos pela cidade? E terrenos usados como destino de entulhos?
Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br
Casos
Pilhas de lixo ladeiam córregosA reportagem da Gazeta do Povo visitou três depósitos irregulares de resíduos sólidos da construção civil, todos na região Sul de Curitiba. Em todos os depósitos, lixo reciclável e orgânico se misturavam com a caliça. Moradores e pessoas que trabalham na região de dois desses lixões clandestinos confirmaram que os descartes são recentes.
No primeiro, uma fábrica abandonada no Capão Raso, um caminhoneiro, que não quis se identificar, deixava o local com uma caçamba vazia. Ele disse que não estava depositando lixo no local e que só estava buscando madeira, mas havia pilhas de entulhos por todo terreno. Moradores locais confirmaram que ele e outros caçambeiros jogam resíduos ali diariamente.
Outra área visitada foi um terreno baldio na Caximba, perto da divisa de Curitiba com Araucária. Ao lado do terreno, com dezenas de pilhas de lixo, passa um córrego que, pouco mais de cem metros para frente, deságua no Rio Barigui. Sem a separação adequada dos resíduos, era fácil perceber que havia, junto com os pedaços de pedra e madeira, lixo orgânico, que pode contaminar as águas do córrego.
Os moradores têm receio de confirmar o despejo de entulhos, mas um deles afirmou que os caminhões chegam de madrugada para realizar esse tipo de operação. Penteado confirma que a madrugada é um dos horários no qual esses descartes acontecem com mais frequência. “Esse tipo de atividade é feita fora do horário comercial, justamente para evitar fiscalização”, afirma. As pessoas reclamaram, também, do número de ratos que vivem entre as montanhas de lixo.
Já no Umbará, próximo à saída para Fazenda Rio Grande, um terreno relativamente pequeno está totalmente ocupado pela caliça. Entretanto, os funcionários de uma serraria que fica ao lado negaram que esse depósito seja recente.
Riscos ambientais
Segundo a engenheira ambiental do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) Flávia Deboni, os resíduos depositados de forma irregular são perigosos principalmente pelo fato de não passarem por uma triagem. “Tintas e solventes podem contaminar a água”, afirma. Já a caliça prejudica o solo e os sistemas de drenagem, o que predispõe à ocorrência de enchentes. (CM)
Estimativa
“Menos fiscalização agravou o problema dos descartes ilegais”A suspensão do poder de multa da Diretran pode ter agravado o problema dos descartes ilegais. Antes de setembro, essas empresas afetavam entre 15% e 20% do faturamento das firmas legais. Entretanto, desde que a Diretran foi proibida de multar pela Justiça, esse número pulou para 40%, segundo a Associação dos Transportes de Resíduos de Curitiba e Região Metropolitana (Acertar).
Para colocar uma caçamba na Zona Central de Tráfego (ZCT), era necessária uma autorização da prefeitura, e quem fiscalizava isso era a Diretran. O alto número de agentes no Centro inibia a presença de empresas clandestinas nessa área, já que elas poderiam ter suas caçambas apreendidas. “Essas empresas atuavam somente na periferia da cidade”, afirma o presidente da Acertar, Adilson Orlando Penteado.
Entretanto, em setembro, a Justiça determinou que a Urbs, órgão do qual a Diretran fazia parte, não poderia aplicar multas, já que se tratava de uma empresa de economia mista. Segundo Penteado, as transportadoras irregulares aproveitaram esse vácuo na fiscalização e começaram a trabalhar também no Centro, oferecendo seus serviços a um preço mais baixo do que a concorrência e ganhando espaço no mercado.
Para a prefeitura, essa relação de causa e efeito não existe. A assessoria do governo municipal informou que a única função da Diretran era verificar se essas caçambas estavam dispostas de acordo com a lei, já que a fiscalização das empresas é de competência da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA). (CM)
15 de janeiro de 2012
Eleitor, vc ainda não se recadastrou? Vc só tem até sexta para ir ao TRE
O eleitor curitibano tem apenas até a próxima sexta-feira para fazer o recadastramento biométrico na Justiça Eleitoral. Quem não comparecer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) terá seu título cancelado e não poderá votar, participar de concurso público, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial e obter empréstimo em banco público. Os servidores públicos com título cancelado também ficam impedidos de receber o salário. O TRE funcionará todos os dias até o fim do prazo, inclusive neste fim de semana. O atendimento é das 8 horas às 18h30. É preciso levar um documento oficial de identidade com foto, o título de eleitor atual e um comprovante de residência. Só serão aceitos documentos originais. O TRE fica na Rua João Parolin, 55, Prado Velho. Há estacionamento gratuito no local. É possível agendar o recadastramento no site www.tre-pr.jus.br.
Serviço:
Mais informações: (41) 3330-8674 e 3330-8673.
Fonte. Gazeta do Povo.
Serviço:
Mais informações: (41) 3330-8674 e 3330-8673.
Fonte. Gazeta do Povo.
14 de janeiro de 2012
Cruzeiro com mais de 4.000 a bordo naufraga na Itália
Um navio de cruzeiro que levava mais de 4.000 pessoas naufragou na noite desta sexta-feira na costa da Itália.
Inicialmente as autoridades locais divulgaram que pelo menos 6 pessoas haviam morrido, mas até a manhã deste sábado, somente três corpos haviam sido resgatados.
O navio Costa Concordia bateu num banco de areia próximo à ilha de Giglio e já havia inclinado cerca de 20 graus quando as pessoas começaram a deixar a embarcação em botes salva-vidas ou nadando.
Equipes de resgate estão fazendo buscas de cabine em cabine em busca de possíveis sobreviventes.
O navio levava cerca de 3.200 passageiros, principalmente italianos, alemães, franceses e britânicos, além de cerca de mil funcionários.
Helicópteros foram usados para retirar ao menos 50 pessoas que se refugiaram no deck do navio e se encontravam em situação delicada.
Estrondo
O Costa Concordia havia deixado o porto de Civitavecchia, perto de Roma, na sexta-feira para um cruzeiro pelo Mediterrâneo, que deveria terminar em Marselha, na França, após passar por portos da Sicília, da Sardenha e da Espanha.
Um passageiro, identificado como Luciano Castro, relatou à agência de notícias italiana Ansa que estava jantando na sexta-feira quando ouviu um grande estrondo, após o qual o navio começou a sofrer com problemas elétricos.
Outra passageira, Mara Parmegiani, afirmou à mídia italiana que houve 'cenas de pânico' no navio.
'Estávamos muito assustados e congelando, porque aconteceu durante o jantar, então ninguém teve tempo de tomar mais roupas. Eles nos deram cobertores, mas não havia em quantidade suficiente', disse.
Dificuldades
Jornalista brasileira conta momentos
A jornalista goiana Alana Rizzo estava a bordo do navio transatlântico Costa Concordia, que encalhou e naufragou na noite desta sexta-feira (13) nas imediações da pequena ilha italiana de Giglio, situada em águas da Toscana, na Itália. A brasileira contou aos familiares no Brasil os momentos de terror que viveu a bordo da embarcação.
Alana estava com a mãe e o padrasto no navio como parte da viagem de férias que fazem à Itália. A família estava entre as 4.200 pessoas a bordo no momento do acidente, das quais pelo menos três morreram e 15 ficaram feridas, segundo as autoridades italianas. No início, havia informação de que ao menos seis pessoas haviam morrido.
Por mensagem de texto, Alana conseguiu avisar a família em Brasília que todos estavam bem, mas precisou desligar o celular porque ficou sem bateria. Todos os pertences da família foram perdidos, inclusive os passaportes. Ainda de acordo com a jornalista, cerca de 40 brasileiros estavam a bordo do navio.
Após encalhar, segundo a brasileira, o transatlântico afundou “como o Titanic”, em alusão ao famoso navio que naufragou no oceano Atlântico após se chocar com um iceberg, em 1912, e que teve a sua história retratada em 1997 em um filme homônimo, dirigido por James Cameron e estrelado por Leonardo Di Caprio e Kate Winslet.
Mais de 4.000 pessoas estavam em navio
O navio Costa Concordia partiu da cidade italiana de Savona para empreender um cruzeiro pelo Mediterrâneo, com previsão de passar por outras três cidades da Itália, além de Barcelona (Espanha) e Marselha (França), antes de retornar a Savona. Entre as pessoas a bordo estão 1.000 italianos, 500 alemães e cerca de 160 franceses, além disso de outros 1.000 membros da tripulação.
Por volta das 21h30 locais (18h30 de Brasília), duas horas após sair de Civitavecchi, a embarcação se encontrava nas cercanias da ilha de Giglio quando a luz apagou e pôde ser sentida uma grande colisão, relataram os náufragos à imprensa italiana.
Após o choque, os passageiros foram advertidos pelo capitão de que se tratava de um problema elétrico, mas logo o navio começou a inclinar e todos a bordo colocaram os coletes salva-vidas e se postaram perto das lanchas de emergência.
Quando as pessoas perceberam que não se tratava de um problema elétrico e que estava entrando água na embarcação, houve momentos de pânico e muitos empurrões no momento de realizar o embarque nos botes salva-vidas e nas lanchas dos bombeiros de Civitavecchia e Livorno.
A companhia Costa Crociere, proprietária do cruzeiro Costa Concordia, assegurou que ainda "não é possível definir a causa do problema ocorrido".
Fonte...R 7 Notícias.
Inicialmente as autoridades locais divulgaram que pelo menos 6 pessoas haviam morrido, mas até a manhã deste sábado, somente três corpos haviam sido resgatados.
O navio Costa Concordia bateu num banco de areia próximo à ilha de Giglio e já havia inclinado cerca de 20 graus quando as pessoas começaram a deixar a embarcação em botes salva-vidas ou nadando.
Equipes de resgate estão fazendo buscas de cabine em cabine em busca de possíveis sobreviventes.
O navio levava cerca de 3.200 passageiros, principalmente italianos, alemães, franceses e britânicos, além de cerca de mil funcionários.
Helicópteros foram usados para retirar ao menos 50 pessoas que se refugiaram no deck do navio e se encontravam em situação delicada.
Estrondo
O Costa Concordia havia deixado o porto de Civitavecchia, perto de Roma, na sexta-feira para um cruzeiro pelo Mediterrâneo, que deveria terminar em Marselha, na França, após passar por portos da Sicília, da Sardenha e da Espanha.
Um passageiro, identificado como Luciano Castro, relatou à agência de notícias italiana Ansa que estava jantando na sexta-feira quando ouviu um grande estrondo, após o qual o navio começou a sofrer com problemas elétricos.
Outra passageira, Mara Parmegiani, afirmou à mídia italiana que houve 'cenas de pânico' no navio.
'Estávamos muito assustados e congelando, porque aconteceu durante o jantar, então ninguém teve tempo de tomar mais roupas. Eles nos deram cobertores, mas não havia em quantidade suficiente', disse.
Dificuldades
Jornalista brasileira conta momentos
de terror em navio naufragado na Itália
A jornalista goiana Alana Rizzo estava a bordo do navio transatlântico Costa Concordia, que encalhou e naufragou na noite desta sexta-feira (13) nas imediações da pequena ilha italiana de Giglio, situada em águas da Toscana, na Itália. A brasileira contou aos familiares no Brasil os momentos de terror que viveu a bordo da embarcação.Alana estava com a mãe e o padrasto no navio como parte da viagem de férias que fazem à Itália. A família estava entre as 4.200 pessoas a bordo no momento do acidente, das quais pelo menos três morreram e 15 ficaram feridas, segundo as autoridades italianas. No início, havia informação de que ao menos seis pessoas haviam morrido.
Por mensagem de texto, Alana conseguiu avisar a família em Brasília que todos estavam bem, mas precisou desligar o celular porque ficou sem bateria. Todos os pertences da família foram perdidos, inclusive os passaportes. Ainda de acordo com a jornalista, cerca de 40 brasileiros estavam a bordo do navio.
Após encalhar, segundo a brasileira, o transatlântico afundou “como o Titanic”, em alusão ao famoso navio que naufragou no oceano Atlântico após se chocar com um iceberg, em 1912, e que teve a sua história retratada em 1997 em um filme homônimo, dirigido por James Cameron e estrelado por Leonardo Di Caprio e Kate Winslet.
Mais de 4.000 pessoas estavam em navio
O navio Costa Concordia partiu da cidade italiana de Savona para empreender um cruzeiro pelo Mediterrâneo, com previsão de passar por outras três cidades da Itália, além de Barcelona (Espanha) e Marselha (França), antes de retornar a Savona. Entre as pessoas a bordo estão 1.000 italianos, 500 alemães e cerca de 160 franceses, além disso de outros 1.000 membros da tripulação.
Por volta das 21h30 locais (18h30 de Brasília), duas horas após sair de Civitavecchi, a embarcação se encontrava nas cercanias da ilha de Giglio quando a luz apagou e pôde ser sentida uma grande colisão, relataram os náufragos à imprensa italiana.
Após o choque, os passageiros foram advertidos pelo capitão de que se tratava de um problema elétrico, mas logo o navio começou a inclinar e todos a bordo colocaram os coletes salva-vidas e se postaram perto das lanchas de emergência.
Quando as pessoas perceberam que não se tratava de um problema elétrico e que estava entrando água na embarcação, houve momentos de pânico e muitos empurrões no momento de realizar o embarque nos botes salva-vidas e nas lanchas dos bombeiros de Civitavecchia e Livorno.
A companhia Costa Crociere, proprietária do cruzeiro Costa Concordia, assegurou que ainda "não é possível definir a causa do problema ocorrido".
Fonte...R 7 Notícias.
13 de janeiro de 2012
Se vc ainda não se cadastrou no TRE, o prazo está no final.
Prazo para novo título de eleitor termina em 7 dias
TRE informa que não prorrogará a data. Quem não fizer o recadastramento eleitoral terá o direito de votar suspenso
Termina daqui a exatamente uma semana, na próxima sexta-feira, o prazo para o recadastramento biométrico dos eleitores de Curitiba. Quem não fez o novo cadastro e não procurar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) até o dia 20 terá o título eleitoral suspenso.
O último levantamento do TRE-PR mostra que, até ontem, 1.036.411 eleitores da cidade já tinham sido recadastrados (79% do total). De acordo com Marden Machado, assessor de imprensa do TRE-PR, uma média de 7,5 mil eleitores têm comparecido diariamente ao tribunal para o recadastramento. Nesse ritmo, a meta de chegar a pelo menos 80% dos eleitores de Curitiba com o novo título deve ser atingida neste fim de semana, quando o TRE fará plantão de atendimento. O porcentual de 80% foi o mínimo exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o sistema biométrico seja adotado em Curitiba nas eleições de outubro. Pelo sistema, o eleitor será identificado pela impressão digital.
“Neste último fim de semana de plantão esperamos cerca de 20 mil eleitores. Portanto, o prazo do próximo dia 20 é improrrogável”, alerta Marden Machado. O eleitor que ainda não se recadastrou pode procurar o TRE sem agendamento prévio ou pode marcar pela internet o horário de atendimento (veja como fazer isso no fim desta reportagem). A Central de Atendimento do TRE conta com 235 guichês. O prazo de espera para quem agenda o atendimento é de, no máximo, 15 minutos. As pessoas que não agendam o recadastramento pelo site esperam, em média, 25 minutos.
Punições
O eleitor que não comparecer no período estipulado fica com a inscrição eleitoral cancelada. Quem estiver em situação irregular, além de não votar, não pode participar de concurso público, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial e obter empréstimo em banco público. Os servidores com título cancelado também ficam impedidos de receber o salário.
Pelo país
Curitiba – junto com Goiânia (GO), Porto Velho (RO), Maceió (AL) e Aracaju (SE) – é uma das cinco capitais que estão passando pelo recadastramento biométrico. Todos os municípios de Sergipe e Alagoas, e também outras 49 cidades de 13 estados, estão fazendo o novo título eleitoral.
Na eleição de 2010, 1,1 milhão de eleitores já foram identificados pela digital. Para o pleito deste ano, o TSE pretende ter habilitado mais 10 milhões de eleitores para votar utilizando essa tecnologia. Até 2018, o TSE quer que todos os municípios do país possam realizar eleições com identificação biométrica.
Serviço:
A Central de Atendimento do Tribunal Regional Eleitoral paranaense funcionará todos os dias até o fim do prazo do recadastramento biométrico, na sexta-feira da semana que vem, dia 20. Isso vale inclusive para o sábado e o domingo.
O atendimento é das 8 horas às 18h30. É preciso levar um documento oficial de identidade com foto e título de eleitor, além de um comprovante de residência. Só serão aceitos os documentos originais.
A central do tribunal fica na Rua João Parolin, 55, Prado Velho, Curitiba. Os telefones são (41) 3330-8674 e (41) 3330-8673. Há estacionamento próprio e gratuito no local. Para agendar o recadastramento na internet, o eleitor deve acessar o site do tribunal paranaense : www.tre-pr.jus.br.
Fonte ..Gazeta do Povo.
12 de janeiro de 2012
Disputa à prefeitura de Curitiba tem 14 nomes...........Começa a esquentar.
A nove meses da eleição municipal, já há 14 pré-candidatos que pretendem concorrer à prefeitura de Curitiba. Além dos oito apresentados na série de entrevistas da Gazeta do Povo encerrada ontem, manifestaram a intenção de disputar o Palácio 29 de Março o prefeito Luciano Ducci (PSB), o vereador Paulo Salamuni (PV), a ex-deputada federal Dra. Clair (PV), e os advogados Luiz Felipe Bergmann (PSol), Bruno Meirinho (PSol) e Avanilson Araújo (PSTU).
PV tem 2 pré-candidatos, mas não descarta aliança
Caroline Olinda
O Partido Verde (PV) deverá definir no dia 24 o nome do seu pré-candidato à prefeitura de Curitiba. A escolha está entre dois nomes: o vereador Paulo Salamuni e a ex-deputada federal Dra. Clair. O deputado Roberto Accioli, que também era cotado para estar na disputa, afirma que ainda não se sente preparado para ser prefeito de Curitiba e por isso não concorrerá. “Os dois [Dra. Clair e Salamuni] colocaram seus nomes para o partido, mas ainda não batemos o martelo. Eles são hoje os nossos ‘pré-pré-candidatos’”, diz a presidente do diretório estadual do partido, a deputada federal Rosane Ferreira.
Embora já esteja definida a intenção de o partido ter uma pré-candidatura, o PV não descarta a possibilidade de fazer aliança, mesmo que isso signifique abrir mão de ser cabeça de chapa na eleição. Segundo Rosane, há possibilidades de aliança com o deputado Ratinho Júnior (PSC), com Gustavo Fruet (PDT) ou com o próprio prefeito Luciano Ducci (PSB).
Embora destaque que a regra do PV nas eleições tem sido lançar candidatura própria, Salamuni admite a possibilidade de alianças. Ele ressalta, porém, que neste caso o partido deveria ficar com, pelo menos, a vice na chapa majoritária. Já a ex-deputada federal Dra. Clair aposta na tese da candidatura própria. “Quero entrar na disputa. Primeiro: porque sou mulher e acredito que é a hora e a vez das mulheres. Segundo: tenho uma história com Curitiba. Participei das lutas e conquistas da cidade e me sinto preparada”, diz.
A ex-deputada destaca o desejo de fazer um planejamento da cidade junto com toda a população, buscando políticas para solucionar problemas como a insegurança e para preparar os jovens, com ensino integral e capacitação profissional. Salamuni também trabalha na linha da gestão participativa. Das mudanças que promoveria na cidade, a principal seria uma reaproximação da administração com a sociedade. “Isso é irrevogável”, afirma.
PSol e PSTU estudam formar coligação
O PSol e o PSTU estudam a formação de uma frente de esquerda para a disputa eleitoral deste ano. De acordo com o secretário de comunicação do diretório estadual do PSol, Luiz Felipe Bergmann, além da eleição em Curitiba, há a possibilidade de os dois partidos estarem juntos em outras grandes cidades paranaenses.
“O PSTU realizará uma conferência estadual em março e vamos tentar construir essa frente de esquerda até lá”, conta Avanilson Araújo, pré-candidato do PSTU à prefeitura de Curitiba. O advogado, que concorreu ao governo do estado na eleição de 2010, se mudou de Maringá para Curitiba no ano passado. “Achamos importante a vinda para Curitiba para estruturar o partido no estado”, explica Avanilson.
Já o PSol trabalha com dois nomes para disputar a prefeitura de Curitiba: Bruno Meirinho e o próprio Bergmann. A definição deve sair em abril. Bergmann concorreu em 2010 ao governo do estado e Meirinho, em 2008, à prefeitura de Curitiba.
De acordo com Meirinho, o partido não estabeleceu nenhuma pré-condição para fechar uma aliança com PSTU. “A nossa intenção é fazer a frente de esquerda. Inclusive, em 2008, Curitiba foi a única capital do Sul e do Sudeste que teve essa frente.”
A principal mudança que Meirinho gostaria de fazer na cidade seria torná-la menos desigual. Já Bergmann destaca o desejo de tornar a cidade acessível a todos os cidadãos “com serviços públicos, transporte, creches e saneamento de qualidade”. Avanilson segue um discursos parecido. Ele quer “governar para a classe trabalhadora”.
Prefeito não quis dar entrevista
O prefeito Luciano Ducci (PSB), pré-candidato à reeleição, preferiu não participar da série de entrevistas feitas pela Gazeta do Povo com os pré-candidatos. De acordo com a assessoria de imprensa de Ducci, ele não se sente a vontade em se colocar atualmente como pré-candidato, uma vez que é prefeito e o período da campanha eleitoral ainda não começou.
Confira quem são os atuais pré-candidatos à prefeitura de Curitiba. Há partidos com mais de um pretendente:
PDT - Gustavo Fruet, ex-deputado federal.
PMDB - Rafael Greca, ex-prefeito de Curitiba, ex-ministro, ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado.
PPS - Renata Bueno, vereadora.
PSB - Luciano Ducci, prefeito.
PSC - Ratinho Júnior, deputado federal.
PSol - Bruno Meirinho, advogado. Nunca exerceu cargo político.
- Luiz Felipe Bergmann, advogado e servidor público. Nunca exerceu cargo político.
PSTU - Avanilson Araújo, advogado. Nunca exerceu cargo político.
PT - Angelo Vanhoni, deputado federal
- Dr. Rosinha, deputado federal
- Tadeu Veneri, deputado estadual
PTB - Fábio Camargo, deputado estadual.
PV - Dra. Clair, ex-deputada federal.
- Paulo Salamuni, vereador.
A Gazeta do Povo encerrou ontem a série de entrevistas com oito pré-candidatos à prefeitura de Curitiba. Após o início da publicação, outros pretendentes ao cargo de prefeito tornaram público o lançamento de seus nomes à disputa. A Gazeta optou por não pautar entrevistas com eles no mesmo formato, de perguntas e respostas. No entender do jornal, a publicação seria injusta com os oito, pois todos eles foram ouvidos em dezembro, antes do início da publicação da série, sem ter conhecimento prévio do roteiro de perguntas. Os demais, portanto, teriam a vantagem de poder preparar respostas com antecedência caso fossem ouvidos posteriormente ao início da série.
A Gazeta esclarece ainda que, no mês passado, procurou outros nomes cujas candidaturas são motivo de especulação pública. Quem não admitiu ser pré-candidato não foi entrevistado. Já o prefeito Luciano Ducci, também procurado, não quis falar sobre eleição (leia as justificativas no texto abaixo). As pré-candidaturas dos demais que constam desta página não eram de conhecimento da Redação, pois eles ou seus partidos não as haviam tornado públicas de forma ostensiva até o fim de dezembro.
De qualquer modo, a Gazeta entende que é importante que os leitores tenham conhecimento de todos os pré-candidatos à prefeitura de Curitiba. Esta reportagem de hoje busca cumprir esse papel. O jornal ainda esclarece que, após a oficialização de todas as candidaturas, em junho, dará espaço a todos que queiram expor suas ideias para governar a cidade.
PV tem 2 pré-candidatos, mas não descarta aliança
Caroline Olinda
O Partido Verde (PV) deverá definir no dia 24 o nome do seu pré-candidato à prefeitura de Curitiba. A escolha está entre dois nomes: o vereador Paulo Salamuni e a ex-deputada federal Dra. Clair. O deputado Roberto Accioli, que também era cotado para estar na disputa, afirma que ainda não se sente preparado para ser prefeito de Curitiba e por isso não concorrerá. “Os dois [Dra. Clair e Salamuni] colocaram seus nomes para o partido, mas ainda não batemos o martelo. Eles são hoje os nossos ‘pré-pré-candidatos’”, diz a presidente do diretório estadual do partido, a deputada federal Rosane Ferreira.
Embora já esteja definida a intenção de o partido ter uma pré-candidatura, o PV não descarta a possibilidade de fazer aliança, mesmo que isso signifique abrir mão de ser cabeça de chapa na eleição. Segundo Rosane, há possibilidades de aliança com o deputado Ratinho Júnior (PSC), com Gustavo Fruet (PDT) ou com o próprio prefeito Luciano Ducci (PSB).
Embora destaque que a regra do PV nas eleições tem sido lançar candidatura própria, Salamuni admite a possibilidade de alianças. Ele ressalta, porém, que neste caso o partido deveria ficar com, pelo menos, a vice na chapa majoritária. Já a ex-deputada federal Dra. Clair aposta na tese da candidatura própria. “Quero entrar na disputa. Primeiro: porque sou mulher e acredito que é a hora e a vez das mulheres. Segundo: tenho uma história com Curitiba. Participei das lutas e conquistas da cidade e me sinto preparada”, diz.
A ex-deputada destaca o desejo de fazer um planejamento da cidade junto com toda a população, buscando políticas para solucionar problemas como a insegurança e para preparar os jovens, com ensino integral e capacitação profissional. Salamuni também trabalha na linha da gestão participativa. Das mudanças que promoveria na cidade, a principal seria uma reaproximação da administração com a sociedade. “Isso é irrevogável”, afirma.
PSol e PSTU estudam formar coligação
O PSol e o PSTU estudam a formação de uma frente de esquerda para a disputa eleitoral deste ano. De acordo com o secretário de comunicação do diretório estadual do PSol, Luiz Felipe Bergmann, além da eleição em Curitiba, há a possibilidade de os dois partidos estarem juntos em outras grandes cidades paranaenses.
“O PSTU realizará uma conferência estadual em março e vamos tentar construir essa frente de esquerda até lá”, conta Avanilson Araújo, pré-candidato do PSTU à prefeitura de Curitiba. O advogado, que concorreu ao governo do estado na eleição de 2010, se mudou de Maringá para Curitiba no ano passado. “Achamos importante a vinda para Curitiba para estruturar o partido no estado”, explica Avanilson.
Já o PSol trabalha com dois nomes para disputar a prefeitura de Curitiba: Bruno Meirinho e o próprio Bergmann. A definição deve sair em abril. Bergmann concorreu em 2010 ao governo do estado e Meirinho, em 2008, à prefeitura de Curitiba.
De acordo com Meirinho, o partido não estabeleceu nenhuma pré-condição para fechar uma aliança com PSTU. “A nossa intenção é fazer a frente de esquerda. Inclusive, em 2008, Curitiba foi a única capital do Sul e do Sudeste que teve essa frente.”
A principal mudança que Meirinho gostaria de fazer na cidade seria torná-la menos desigual. Já Bergmann destaca o desejo de tornar a cidade acessível a todos os cidadãos “com serviços públicos, transporte, creches e saneamento de qualidade”. Avanilson segue um discursos parecido. Ele quer “governar para a classe trabalhadora”.
Prefeito não quis dar entrevista
O prefeito Luciano Ducci (PSB), pré-candidato à reeleição, preferiu não participar da série de entrevistas feitas pela Gazeta do Povo com os pré-candidatos. De acordo com a assessoria de imprensa de Ducci, ele não se sente a vontade em se colocar atualmente como pré-candidato, uma vez que é prefeito e o período da campanha eleitoral ainda não começou.
Confira quem são os atuais pré-candidatos à prefeitura de Curitiba. Há partidos com mais de um pretendente:
PDT - Gustavo Fruet, ex-deputado federal.
PMDB - Rafael Greca, ex-prefeito de Curitiba, ex-ministro, ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado.
PPS - Renata Bueno, vereadora.
PSB - Luciano Ducci, prefeito.
PSC - Ratinho Júnior, deputado federal.
PSol - Bruno Meirinho, advogado. Nunca exerceu cargo político.
- Luiz Felipe Bergmann, advogado e servidor público. Nunca exerceu cargo político.
PSTU - Avanilson Araújo, advogado. Nunca exerceu cargo político.
PT - Angelo Vanhoni, deputado federal
- Dr. Rosinha, deputado federal
- Tadeu Veneri, deputado estadual
PTB - Fábio Camargo, deputado estadual.
PV - Dra. Clair, ex-deputada federal.
- Paulo Salamuni, vereador.
Esclarecimento
Nota da RedaçãoA Gazeta do Povo encerrou ontem a série de entrevistas com oito pré-candidatos à prefeitura de Curitiba. Após o início da publicação, outros pretendentes ao cargo de prefeito tornaram público o lançamento de seus nomes à disputa. A Gazeta optou por não pautar entrevistas com eles no mesmo formato, de perguntas e respostas. No entender do jornal, a publicação seria injusta com os oito, pois todos eles foram ouvidos em dezembro, antes do início da publicação da série, sem ter conhecimento prévio do roteiro de perguntas. Os demais, portanto, teriam a vantagem de poder preparar respostas com antecedência caso fossem ouvidos posteriormente ao início da série.
A Gazeta esclarece ainda que, no mês passado, procurou outros nomes cujas candidaturas são motivo de especulação pública. Quem não admitiu ser pré-candidato não foi entrevistado. Já o prefeito Luciano Ducci, também procurado, não quis falar sobre eleição (leia as justificativas no texto abaixo). As pré-candidaturas dos demais que constam desta página não eram de conhecimento da Redação, pois eles ou seus partidos não as haviam tornado públicas de forma ostensiva até o fim de dezembro.
De qualquer modo, a Gazeta entende que é importante que os leitores tenham conhecimento de todos os pré-candidatos à prefeitura de Curitiba. Esta reportagem de hoje busca cumprir esse papel. O jornal ainda esclarece que, após a oficialização de todas as candidaturas, em junho, dará espaço a todos que queiram expor suas ideias para governar a cidade.
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