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21 de janeiro de 2012

Veja o estado das nossas calçadas em determinadas ruas de Curitiba.

Esta é a Rua Brigadeiro Franco entre as Ruas Comendador Araújo e Vicente Machado.

Onde está a acessibilidade das pessoas, um cadeirante, uma mãe com o carrinho do seu bebê?

Veja o quanto é linda a nossa calçada, que calçada?
Onde estão os trabalhadores da obra.?
Até quando os moradores e os pedestres conviverão com isso?
Porque não planejar estas  reformas para os finais de semana, pois o trãnsito fica mais ttranquilo, as ruas quase sem movimento e os pedrestes pouco circulam nas calçadas. 
Será que falta uma melhor gestão para as autoridades?
Neste final de semana, passarei por estas ruas para ver se existe alguma atividade.
E vou fotografar para que vc veja o quanto a Prefeitura esta preocupada com estas obras.

Vc fáz parte desta estatística.200 mil eleitores têm título cancelado pelo TRE


Recadastramento terminou ontem. Justiça Eleitoral deve divulgar na segunda como os eleitores que perderam o prazo podem regularizar documento
Cerca de 200 mil curitibanos não fizeram o recadastramento do título de eleitor até o prazo final, que expirou ontem. Em um universo de 1,25 milhão de eleitores, cerca de 16% não passaram pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) e tiveram seus títulos cancelados. Contudo, o órgão atingiu a meta de 80% para a realização das eleições por meio do sistema biométrico [digital]. Na segunda-feira, o TRE vai informar o procedimento a que os eleitores terão que se submeter para regularizar o documento. A instituição fecha até terça-feira e os atendimentos voltam a ocorrer na quarta.
Outros estados que já concluíram o cadastramento biométrico, caso de Sergipe, optaram por autorizar a regularização do título de eleitor sem a cobrança da multa eleitoral de R$ 3,51. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que os estados têm autonomia para definir o trâmite que será adotado para o recadastramento e se haverá a cobrança da taxa. Para quem pretende votar neste ano, o prazo final para se regularizar com a Justiça Eleitoral, fazer o primeiro título de eleitor ou transferir o local de voto acaba em 9 de maio.
Filas
O último dia de recadastramento teve espera próxima de 6 horas pela manhã e, ao contrário do esperado, tranquilidade no fim da tarde. Ao longo do dia, a fila de eleitores chegava quase à Linha Verde, num total de 2,5 quilômetros. No fim da tarde, a demora para fazer o recadastramento ficou próxima de 2 horas mas, no momento de fechamento dos portões, às 18h35, todos os eleitores já estavam dentro do TRE – não houve distribuição de senhas. Quem desistiu durante a manhã, acabou tendo sorte. “Eu passei por aqui, vi o tamanho da fila e desisti. Quando vim à tarde, achei que estaria ainda mais movimentado”, afirmou o montador Marcos Marcelo Gonçalves, de 27 anos.
Mesmo com a tolerância de cinco minutos, houve quem perdesse o prazo. “Pensei que fechava às 19h30. Não vim antes por causa do trabalho”, disse Paulo Ricardo de Melo, de 21 anos. Algumas pessoas tentaram entrar no órgão após o fechamento dos portões, mas foram contidas por policiais e funcionários do órgão. Não houve confusão. Durante o dia de ontem, foram atendidas 12.140 pessoas.
Considerada pequena no fechamento, a fila surpreendeu até mesmo os funcionários contratados pelo TRE. “O programado era colocar o pessoal mais para trás, no pátio”, contou a recepcionista Ana Bernardi. “A fila está grande, mas menor do que esperávamos. O atendimento está sendo rápido, porque as pessoas estão sendo encaminhadas diretamente ao guichê”, disse. “Fiquei duas horas na fila, mas foi mais rápido do que esperava. Vim no último dia por relaxo”, afirmou o jardineiro Dalto Luiz Lopes, de 25 anos.
Apesar de a fila estar menor do que a encontrada normalmente nesta semana, havia reclamação. “Cadê a logística disso. Por que não descentralizaram o atendimento? Isso é um circo e nós somos os palhaços”, criticou o educador social Kilder Ribeiro, de 38 anos. Já os atendentes do TRE foram elogiados. “Cheguei às 15h30 e peguei fila na Marechal Floriano. Tinha agendado pela internet e me esqueci de vir. Mas o atendimento está muito bom. Os funcionários são bem treinados e pacientes, apesar de cansados”, afirmou a nutricionista Edna Joceli Messa, de 46 anos.
Durante a manhã, fila chegou a ter cerca de 2,5 quilômetros, mas à tarde situação acalmou
Impedimentos
O eleitor com o título cancelado sofre algumas consequências. Veja quais são elas:
- É impedido de tirar passaporte e CPF.
- É proibido de participar em concursos públicos.
- Mesmo se tiver sido aprovado em concursos, fica impedido de assumir o cargo.
- Não pode obter empréstimo em bancos oficiais.
Fonte: TSE.
Último atendido admite “um certo desleixo”
Às 18h35, o mecânico Alceu Martins da Costa Júnior, de 40 anos, cruzou a divisa entre a calçada e o pátio do TRE, segundos antes do fechamento do portão, enquanto as atendentes faziam uma desorganizada contagem regressiva. Meio ressabiado, ele admitiu que deixou a tarefa para o último dia devido a um certo desleixo. “Brasileiro deixa tudo para última hora”, disse.
Costa Júnior conta que planejou ir ao TRE ainda de madrugada, para garantir que estaria entre os primeiros atendidos do dia. “Ia vir às 5 da manhã, mas pelo que falaram já tinha fila.” Então, tentou fazer o cadastramento biométrico pela manhã, mas se assustou com o tamanho da fila, próxima da Linha Verde. “Não compensava ficar parado ali.”
Surpresa
No início da noite, o mecânico se surpreendeu ao voltar mais uma vez para tentar ser atendido ainda dentro do prazo e encontrar a fila de espera pelo atendimento já dentro do pátio do TRE. “Achei que a fila ia estar maior, mas graças a Deus não tinha ninguém”, contou. Na verdade, só não haveria mais ninguém assim que Júnior, o último eleitor a ser recadastrado na capital, deixasse o TRE.

Interatividade
Você conseguiu fazer o recadastramento? O serviço funcionou bem? Por quê?
Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br
As cartas selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor.

20 de janeiro de 2012

Eleitor pode ter 2.ª chance, mesmo após TRE cumprir meta. Aproveite.

Quem perdeu o prazo, que termina hoje, deve ganhar nova oportunidade de regularizar o título. Ontem, espera para atendimento chegou a seis horas
Embora não haja confirmação do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE), o eleitor curitibano que perder o prazo de recadastramento do título eleitoral, que se encerra hoje, provavelmente terá uma segunda chance para regularizar o documento. Em Sergipe, um dos estados que passou pelo mesmo processo, foi aberta nova oportunidade. Além do prazo maior, não haverá cobrança da multa eleitoral de R$ 3,51 naquele estado. Ontem, quando Curitiba atingiu a meta de recadastrar 80% do eleitorado pelo sistema biométrico (com as digitais), a procura pelo serviço foi muito grande. O tempo de permanência na fila de espera variou de três a seis horas e ela superou um quilômetro de distância, chegando quase à Linha Verde.
Oficialmente, o TRE deve anunciar somente na próxima semana como os eleitores que não se recadastraram deverão proceder. “Isso deve ser anunciado na semana que vem. Ainda haverá período de processamento dos dados coletados no período para definir as regras na sequência”, afirma Marden Machado, responsável pela Comu­nicação da instituição.
Algumas das pessoas contratadas pelo TRE para prestar orientação ao longo das filas afirmaram ontem que, em caso da perda de prazo, o eleitor teria de pagar uma multa para regularizar, e que o valor seria determinado pelo órgão. Pela legislação eleitoral, o prazo para a transferência e regularização do título expira em 9 de maio.
Paciência
Por volta das 10h30, o TRE confirmou que a marca de 1.005.213 pessoas, o equivalente a 80% do eleitorado da capital, havia passado pela revisão eleitoral, confirmando o uso das digitais nas eleições. Con­tudo, os curitibanos que deixaram a tarefa para a última hora precisaram de paciência. “Sabe como é o brasileiro: deixa tudo para o último momento. Eu fiz o meu em cinco minutos há algum tempo, sem sofrer”, conta Luiz Felipe Guedes, de 18 anos, que vai prestar o serviço militar e acompanhava a irmã na fila ontem. Pouco antes das 17 horas, eles deixaram o TRE. “Foram quase sete horas na fila”, conta Guedes.
Ao todo, a instituição atendeu aproximadamente 15 mil pessoas ontem e tem a mesma expectativa para hoje. Todos que chegarem à fila até as 18h30 recebem senha para atendimento. Apesar do calor e da espera, o clima era de tranquilidade, embora o movimento de carros e nas estações de ônibus tenha deixado o trânsito complicado nas imediações do TRE, no bairro Parolin. Por outro lado, quem comemorou o movimento foram os ambulantes e comerciantes: quase tudo era vendido, de água à plastificação do título de eleitor.
A vendedora Sueli Mota, de 37 anos, enfrentou seis horas de fila. “Cheguei às 10h40. Quando entramos no TRE, levou mais uma hora até sermos atendidos, sem contar as quase cinco horas do lado de fora”, afirmou. “Cheguei às 14h30 e já estou há mais de duas horas aqui”, disse a missionária Geni Lizarti, de 55 anos. Chegando à esquina entre a Marechal Floriano e a João Parolin, ela esperava encerrar o compromisso às 19 horas. “Se cheguei até aqui, não vou desistir agora”, afirmou.

19 de janeiro de 2012

Obras nas ruas centrais de Curitiba, deixam motoristas, pedestres e moradores descontentes.

 Transitar no centro de Curitiba em horário de pico, está cada vez mais difícil em virtude das reformas que a prefeitura está fazendo em determinadas ruas e horários não recomendável.
 Veja o caus no cruzamento das Rua Dez Motta com Carlos de Carvalho as 10:00 da manhã.

Na Rua Vicente Machado da  esquina da Francisco Rocha nas imediações do Hospital Militar até o Brigadeiro Franco, neste pequeno trajeto vc poderá levar até 30 minutos para transitar.
 ´                                  
 Veja a dificuldade de transitar por estas ruas e outras que a prefeitura trabalha.
O jornal a Gazeta do Povo em sua edição de  19 de janeiro de 2012 traz uma materia da indignação dos moradores  destas ruas e  imediações, pois a Prefeitura  juntamente com a Secretaria Municipal de Obras, deveriam planejar melhor estas reformas, de preferência nos finais de semana ou mesmo a noite.
Veja o link abaixo da Gazeta do Povo.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1214355&tit=Atraso-nas-obras-irrita-moradores

Gaeco denuncia vereador e outras cinco pessoas por desvio de R$ 8,1 milhões no Sindimoc

Denilson Pires (DEM), ex-presidente do sindicato, é acusado de comandar esquema entre 2006 e 2010
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), denunciou à Justiça estadual seis pessoas por formação de quadrilha, acusadas de desviar R$ 8,1 milhões do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) entre 2006 e 2010. Um dos acusados é o vereador de Curitiba, Denilson Pires da Silva (DEM), que foi presidente do sindicato por 12 anos. Ao todo, nove pessoas são acusadas pelo MP, cinco delas por falso testemunho.
Segundo a denúncia, ex-diretores e funcionários do Sindimoc organizaram-se para desviar dinheiro do sindicato. Uma auditoria realizada pelos promotores comprovaria a retirada ilegal de dinheiro arrecadado junto aos trabalhadores do transporte coletivo de Curitiba e região. Para o Gaeco, o grupo teria usado o dinheiro para “despesas com manutenção e abastecimento de veículos particulares, em lojas de conveniência - com notas fiscais inexistentes -, assessoria jurídica, cirurgia particular, despesas com alimentação (sem comprovação), pagamentos de contas pessoais e adiantamentos, além da não contabilização de receitas”, diz uma nota da assessoria de imprensa divulgada nesta quarta-feira (18).
Para os promotores, os desvios de dinheiro aconteceram até agosto de 2010, quando Denílson Pires da Silva, Valdenir Dielle Dias, Valdecir Bolete e Márcio Ramos foram presos durante a operação Waterfront, do Gaeco, sobre o caso. Na época, eles chegaram a ficar cinco dias detidos enquanto durou o pedido de prisão temporária.
O vereador, o advogado do Sindimoc, Valdenir Dielle Dias, o ex-diretor financeiro, Valdecir Bolete, a então tesoureira, Ana Ilibia Grein, o funcionário da sede social, Marcio Ramos, e o primeiro secretário e diretor, João Carlos da Rosa, foram acusados de formação de quadrilha. Os quatro primeiros também deverão responder por peculato. Marcio Ramos e João Carlos da Rosa, além de Pedro Paulo de Macedo da Costa Lino - que era chefe de gabinete de Denílson Pires da Silva -, Nereide de Fátima Butinhoni, assessora do ex-presidente, e o cartorário Denis Kadri Jorge foram denunciados por falso testemunho.
Consciência tranquila
O vereador e ex-presidente do Sindimoc, Denilson Pires, disse que não está preocupado com a oferta de denúncia pelo MP à Justiça. Segundo ele, agora ele terá a chance de defender-se das acusações, o que não teria sido possível durante a investigação do Gaeco. “Eu tenho consciência tranquila. Agora é o momento de entrar com nossa defesa porque até agora não tivemos como nos defender. Vamos provar nossa inocência”, afirmou o legislador. “O sindicato funcionava em uma casinha alugada quando essa gestão entrou, e entregamos com mais de R$ 13 milhões de patrimônio e sem dívidas”, ressaltou.
Pires acredita que o episódio pode ter reflexo na sua carreira política, já que este ano acontecem as eleições municipais e ele confirmou que será novamente candidato a uma das 38 cadeiras da Câmara de Vereadores de Curitiba. “Pretendo me candidatar novamente. Acho que (a denúncia) pode me prejudicar, mas vou procurar provar minha inocência antes das eleições, para evitar que me prejudique”, declarou.
Os demais citados pelo MP não foram encontrados pela reportagem da Gazeta do Povo.

17 de janeiro de 2012

Enfermeira doa rim para transplante a paciente nos Estados Unidos

Allison Batson cedeu órgão a jovem que conhecera há apenas 6 semanas. Clay Taber, de 23 anos, foi hospitalizado após rins pararem de funcionar
Uma enfermeira cedeu um de seus rins para um paciente que mal conhecia nos Estados Unidos. Allison Batson, de 48 anos, resolveu ajudar o jovem Clay Taber, de 23 anos, que estava internado no hospital universitário Emory, na cidade de Atlanta.
O jovem é portador da síndrome de Goodpasture, problema que faz o corpo do portador atacar as estruturas dos próprios rins e pulmões. Ele foi diagnosticado com a doença em agosto de 2010, pouco depois comemorar o seu aniversário e a conclusão dos estudos universitários.


Testes revelaram que os rins do jovem haviam parado de funcionar. Segundo os médicos, Clay teve sorte de ter descoberto o problema antes que os seus pulmões fossem afetados. Mas um transplante de rim ainda era necessário para salvar a vida do paciente.
Atualmente, nos Estados Unidos, cerca de 90 mil pessoas esperam na fila por um transplante de rim. Clay foi colocado nesta lista para receber a doação de um rim retirado de uma pessoa morta, processo que pode levar de 3 até 5 anos.
A própria mãe queria doar um rim a Clay e teria feito o procedimento já que os seus órgãos eram compatíveis, mas foi impedida pelos médicos. Eles afirmaram que o revestimento dos rins da mãe eram muito finos para que a operação fosse realizada.

Foi quando a enfermeira Allison Batson se ofereceu para ajudar o jovem que conhecera há apenas seis semanas. Ambas as cirurgias -- para retirada do órgão e o transplante posterior -- foram bem-sucedidas.
Recuperado do problema, Clay deverá se casar em junho e faz planos para iniciar uma carreira no setor bancário ou junto com sua noiva.

Fonte Guia-me



Estamos de olho nestes postos..Doze postos de combustíveis de Curitiba e região tinham lacres violados, diz Ipem

Não foi divulgado quais são os postos de combustíveis onde foram encontrados os lacres rompidos
Doze postos de combustíveis de Curitiba e região tinham lacres violados nas placas das bombas de combustível. Esses estabelecimentos são clientes da empresa Power Bombas, de Cléber Salazar, suspeito de gerenciar um esquema de fraude em postos de combustíveis. Duas placas também foram recolhidas para a análise. Ao todo, 44 estabelecimentos foram fiscalizados. O número foi divulgado pelo Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) na manhã desta terça-feira (17).
Não foi divulgado quais são os postos de combustíveis onde foram encontrados os lacres rompidos. As informações do Ipem foram encaminhadas ao Ministério Público do Paraná, e caberá a esse órgão divulgar os nomes dos estabelecimentos.
O rompimento dos lacres é um indício de que pode ter havido fraude nos postos de combustíveis. No golpe, o consumidor receberia menos combustível que o informado na bomba, o que representaria um prejuízo financeiro.
Salazar está preso desde 9 de janeiro e a Justiça negou o pedido de habeas corpus na última quinta-feira (12). O alvará de funcionamento da Power Bombas venceu na última sexta-feira (13) e não foi renovado.
A prisão temporária dele vencerá nesta quarta-feira (18) e o Ministério Público do Paraná e a Delegacia do Consumidor (Delcon) cogitam pedir a prisão preventiva do dono da Power Bombas.
Donos de postos começam a ser ouvidos pela polícia
O primeiro dono de posto interrogado pela Delegacia do Consumidor (Delcon) de Curitiba nesta segunda-feira (16) negou qualquer participação no esquema de fraude de combustível, denunciado pelo programa Fantástico, da TV Globo, no dia 8 de janeiro. No entanto, de acordo com o delegado titular da Delcon, Jairo Estorílio, Ângelo Albuquerque Gobbo, proprietário dos postos Arrancadão e Jockey, disse que pagava a Cléber Salazar cerca de R$ 400 por mês pela manutenção nas bombas.
Gobbo negou que praticasse qualquer fraude em seus postos. O delegado Estorílio e a promotora Cristina Corso Ruero, da promotoria do Consumidor, concederam uma entrevista coletiva, na tarde desta segunda, para explicar como foi o interrogatório de Gobbo.
Fonte...Gazeta do Povo.