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25 de fevereiro de 2012

Atenção.Horário de verão termina no domingo; relógios devem ser atrasados em 1 hora

O horário de verão, que começou em 16 de outubro, teve 133 dias, a maior temporada desde 1985
Termina à zero hora de domingo (26) mais uma edição – a 37.ª – do horário brasileiro de verão. Os relógios devem ser atrasados em uma hora em dez estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia e do Distrito Federal. O período, iniciado em 16 outubro do ano passado, teve 133 dias, a maior temporada desde 1985.
Normalmente, o horário de verão deveria acabar no terceiro domingo de fevereiro, mas o governo estabeleceu que para evitar qualquer problema para a população, quando houver feriados ele deverá ser adiado em uma semana. A escolha dos domingos para início e o encerramento visa facilitar a adaptação das pessoas as mudanças.
O objetivo do governo ao implantar o horário especial é a eficiência energética - melhor uso das linhas de transmissão e da geração de energia e aproveitamento maior da luz natural, porque anoitece mais tarde durante o verão. Este fenômeno atrasa o consumo da luz artificial nas residências e da iluminação pública.
Conforme estimativas da Copel, no Paraná a medida provocou redução de 5% nos níveis máximos de demanda por energia elétrica durante o período crítico do dia – o chamado “horário de ponta”, entre 18 e 21 horas (durante o horário de verão, das 19 às 22 horas).
A próxima edição do horário de verão está prevista para começar à zero hora de 21 de outubro.


24 de fevereiro de 2012

Paranaense propoe estender ficha limpa para contratações do governo, o que vc diz?


Depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) validar a lei da Ficha Limpa a partir das eleições municipais de 2012, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) do deputado federal paranaense Sandro Alex (PPS) pretende estender as regras para o Poder Executivo. A PEC estabelece que os políticos considerados inelegíveis pela Ficha Limpa também ficarão impedidos de serem contratados para cargos de comissionados nos governos municipal, estadual e federal.
A ideia pode parecer plausível, mas deve enfrentar problemas de constitucionalidade. Ao analisar a Ficha Limpa para as eleições, a maioria dos ministros do STF entendeu que a inelegibilidade não pode ser considerada como uma pena, mas apenas como um requisito para participar das eleições. Ou seja, a lei não fere o princípio da presunção de inocência.
Já o impedimento de uma contratação, como diz a PEC, poderia exigir uma nova interpretação dos ministros - apesar de seguir a mesma lógica da Ficha Limpa. E, pensando bem, não deveria ser mais do que básico um governante não dar emprego a fichas sujas?
No fundo, o melhor remédio para esse tipo de situação não está em uma lei, mas em um voto mais decente.

23 de fevereiro de 2012

Vereadores aprovam lei que exige agendamento para entrega de produtos

Lei divide os horários de entrega em turnos da manhã (7h a 12h), tarde (12h a 18h) e noite (18h a 22h), que poderão ser escolhidos pelo consumidor.
O consumidor curitibano terá o direito de agendar previamente o horário de entrega de produtos e encomendas ou da realização de serviços. A Câmara Municipal de Curitiba aprovou, em votação em segundo turno, o projeto de lei que obriga as empresas a fixar data e turno para entrega domiciliar.
A lei, que segue agora para sanção do prefeito Luciano Ducci (PSB), divide os horários de entrega em turnos da manhã (7h a 12h), tarde (12h a 18h) e noite (18h a 22h), que poderão ser escolhidos a critério do consumidor.
O descumprimento das determinações sujeitará o infrator à multa de R$ 90, salvo em casos de comprovada impossibilidade, como calamidade pública, ou atividade que impeça a circulação na região de entrega. Em caso de reincidência, a multa é de R$ 250.
“Como as empresas prestadoras de serviços de entrega na maioria das vezes desrespeitam os horários pré-agendados, ou simplesmente não os estabelecem, o projeto em questão visa garantir o direito do consumidor e também disciplinar as empresas responsáveis pelos respectivos serviços”, justificou o vereador Caíque Ferrante (PRP), autor da lei.
Uma emenda ao texto possibilitará às partes agendar a entrega do produto ou serviço em horário diverso dos estabelecidos, desde que não fira convenções ou regimentos internos de condomínios.
O projeto prevê que a fiscalização e o registro das denúncias de descumprimento ficarão a cargo dos órgãos de defesa do consumidor.
Lei segue modelo paulista
A chamada Lei da Entrega vigora desde outubro de 2009 no estado de São Paulo. Lá, a multa em caso de descumprimento varia entre R$ 212,82 e R$ 3.192.300. Ainda assim, segundo levantamento da Fundação Procon de São Paulo com base em 2011, 48% das empresas descumprem a lei. Em 2009, quando a lei passou a valer, esse índice era de 65%.
Em São Paulo, as empresas criaram um artifício para driblar essa lei. As lojas, principalmente as que vendem pela internet, passaram a cobrar uma taxa adicional para fazer o agendamento da entrega com hora marcada. Em alguns estabelecimentos, essa taxa chega a R$ 85. Caso contrário, o prazo de entrega é maior, de oito dias ou mais. O Procon-SP considera essa prática abusiva.

Atlético e Coritiba, deixam escapar a chande do primeiro turno.

Empate sem gols fecha Atletiba conturbado




O 0 a 0 da Vila Capanema põe fim à partida de apenas uma torcida: míseros 6.621 rubro-negros.
O Atletiba 349, disputado ontem à noite, na Vila Capanema, foi um clássico para ser esquecido. Não teve bom senso. Não teve entendimento. Não teve um público grande. Não teve comemoração de gols (0 x 0). Não teve paz.
Tudo começou em novembro do ano passado, quando a Federação Paranaense de Futebol (FPF) publicou a tabela do Esta­­dual. Estava lá: Atlético e Coritiba agendado para uma insólita Quarta-Feira de Cinzas, à noite, sob a justificativa de que não havia outra data.
A medida tomada por Hélio Cury e Amilton Stival, presidente e vice da FPF, serviu de fundamento para outra que acabou marcando a história do confronto. Preocupado com a segurança, o Atlético sugeriu, e Coritiba e Ministério Público concordaram, que apenas uma torcida poderia comparecer.
Como mandante da partida, somente os atleticanos assistiram ao jogo – e em número bastante reduzido. Estiveram no Durival Britto 6.621 rubro-negros, 5.397 pagantes. Desde 2003, um Atletiba importante não recebia menos de 12 mil pessoas.
Os alviverdes, conforme o combinado, ficaram de fora – no segundo turno, a lógica (?) deve se inverter. Restou então, acompanhar o duelo pela televisão (paga) ou voltar aos velhos tempos de ouvido colado no radinho.
“Foi bem diferente não escutar a nossa torcida. Sentimos falta, entramos em campo pensando em cada torcedor. Mas no próximo clássico, lá no Couto Pereira, esperamos fazer a festa com eles”, declarou o zagueiro coxa-branca Emerson.
O repórter da rádio Banda B, Osmar Antônio, também não pôde entrar na praça esportiva. Mas por outro motivo. O credenciamento do profissional acabou barrado pelo Furacão, sem qualquer esclarecimento.
O Atletiba sem contrastes na arquibancada, entretanto, não evitou que vários episódios de violência fossem registrados – pelas ruas da cidade, durante toda a noite, vários delitos foram registrados pela polícia tendo como estopim a rivalidade esportiva.
Tantos foram os fatos lamentáveis que, daqui a alguns anos ninguém vai lembrar que, no gramado, a disputa foi quente. Os times dos técnicos Juan Carrasco e Marcelo Oliveira se lançaram ao ataque e criaram diversas oportunidades de gol. Mas bola na rede que é bom... nada.
Para piorar, o resultado ainda deixou a dupla refém do Cianorte. Ao final da noite, a equipe do interior bateu o Londrina em casa (2 a 0) e agora depende de si para levantar o título do primeiro turno.
“Foi um empate ruim para todo mundo. Pode nos custar o turno. Mas agora já aconteceu, não adianta lamentar”, disse o zagueiro atleticano Gustavo.


O jogo
A partida começou com os dois times presos na marcação e buscando o ataque apenas nas bolas longas, partindo da defesa para o ataque, sem participação dos jogadores de meio de campo. Aos poucos o jogo ficou mais solto, mas raras ocasiões de gol de ambos os lados. Na volta do intervalo, o Atletiba esquentou e os goleiros se tornaram protagonistas do clássico. O Atlético teve as melhores oportunidades de definir a partida, mas assim como o Coritiba, não conseguiu converter em gol – méritos de Rodolfo e Vanderlei. Chegando ao final do confronto, a aposta se tornou a bola parada. Mesmo assim, o primeiro clássico do ano terminou empatado.

21 de fevereiro de 2012

Que vidão em governador? Veja o que ele diz na Bahia.

Na Bahia, Richa liga greve à oposição

Em Salvador desde a última quinta-feira, o governador Beto Richa (PSDB) disse em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que a ameaça de greve dos policiais civis e militares no Paraná foi insuflada por opositores para desgastar sua gestão. “Nesta hora de tensão, vários interesses difusos acabam se infiltrando nesses movimentos para causar desgaste. Daí já vêm motivação política e partidária”, disse Richa.
Sem citar nomes dos opositores que teriam articulado a greve, Richa disse que havia motivação partidária no movimento. “Pessoas insuflaram os policiais para causar desgaste. Isso ficou claro no Rio e na Bahia. No Paraná, conseguimos evitar graças ao aumento consistente que concedemos”, disse à Folha.
Richa está na Bahia a convite do governador petista Jaques Wagner. Ele e a primeira-dama, Fernanda Richa, acompanham o carnaval no camarote do governo baiano. Atualmente, o PT é o único partido com representação na Assembleia Legislativa do Paraná que faz oposição a Richa.
Greve
A greve dos policiais foi suspensa após o Tribunal de Justiça proibir o ato e estabelecer multa diária de R$ 100 mil aos sindicatos da categoria em caso de descumprimento. Até agora, o governo estadual ofereceu 23% de aumento para os policiais militares e 26% para os civis. Propostas que não foram aceitas pela categoria. O governo deve apresentar uma nova proposta na próxima sexta-feira.
Tietagem
No domingo, o camarote do governo baiano foi visitado pelo jogador do Santos Neymar. Segundo a Folha de S. Paulo, o atacante ficou 10 minutos no local e foi tietado tanto por Jaques Wagner quanto por Beto Richa.

20 de fevereiro de 2012

Muito cuidado.....Região sul da capital concentra cruzamentos mais perigosos

Juntas, as avenidas Marechal Floriano e Comendador Franco e a Rua Tijucas do Sul somaram 426 acidentes em interseções entre 2007 e 2010.
Uma rua e duas avenidas da re­­gião sul de Curitiba concentram 25% dos casos de acidentes em cruzamentos entre 2007 e 2010. Levantamento da Gazeta do Povo elaborado com base nos anuários do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) e do Ba­­ta­­lhão de Polícia de Trânsito (BPTran) mostra que a Rua Tijucas do Sul, no Sítio Cercado, e as Ave­nidas Mare­chal Floriano Peixoto e Comen­dador Franco são as mais perigosas para motoristas, pedestres e ciclistas.
A Marechal Floriano foi a líder disparada em acidentes nos cruzamentos, com 218 casos em 12 pontos diferentes. Mas a situação mais problemática está localizada no bairro Sítio Cercado. Sozinho, o encontro das ruas Tijucas do Sul e Ourizona registrou 48 acidentes no período estudado.
O trecho é um dos poucos no levantamento que não tem semáforos instalados, apenas sinalização vertical. Para motoristas e mo­­ra­­dores da região, o alto fluxo de veículos que se aglomeram na Ou­­rizona para atravessar a outra via, sem que haja uma mediação por se­­máforo ou agente de trânsito, contribui para que os choques en­­tre automóveis sejam inevitáveis.
A falta de segurança no local e os acidentes registrados ao longo dos anos fizeram com que a prefeitura tomasse uma medida drástica: o cruzamento deixará de existir. Assim como no encontro com a Rua Ourizonas, outros seis pontos da Tijucas do Sul passam por obras, com o fechamento de interseções e a criação de retornos ao longo da via principal.
A eficácia da medida implantada pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) se limita à região. Nos outros cruzamentos campeões em acidentes entre 2007 e 2010, como na Marechal Floriano com as ruas Doutor Bley Zornig e Desem­bar­gador Antônio de Paula e na interseção da Comendador Franco (Avenida das Torres) com as Ruas Augusto Zibarth e Henrique Mehl, já há semáforos instalados, assim como ampla sinalização vertical e horizontal.
Para o engenheiro civil e professor titular do Departamento de Transportes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Eduardo Ratton, falta ousadia do poder público para implantar obras que trariam soluções definitivas para os acidentes, como viadutos e passagens em desnível nos cruzamentos. “Poucos investimentos foram feitos no sistema viário de Curitiba ao longo dos anos. Vez por outra um binário é criado, mas a capacidade de tráfego das vias é praticamente a mesma de 20 anos atrás”, afirma.
Já a diretora de Engenharia de Tráfego da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran), Guacira Civolani, defende que a maior parte dos acidentes em cruzamentos ainda é resultado da imprudência dos motoristas. Para ela, mesmo a instalação de semáforos deve ser visto como uma última opção. “A população cobra muito do órgão de trânsito, e tem esse direito, mas se esquece de cobrar do seu vizinho, do motorista. A maioria dos acidentes em cruzamentos ocorre em locais com semáforos e devidamente sinalizados”, diz Guacira.
Testemunhas oculares relatam riscos nas ruas
Morador do Sítio Cercado, o vendedor Vágner Marcos Freitas passa diariamente de carro pelo cruzamento das ruas Tijucas do Sul e Ourizona. Segundo ele, mesmo cedo, às 6 horas, as longas filas e o trânsito lento no local já testam a paciência dos motoristas. “De manhã, levo 20 minutos pra passar por esse cruzamento. E, à tarde, simplesmente não consigo andar por aqui”, conta. Freitas diz que nunca sofreu um acidente no local, mas não pode dizer o mesmo de outras pessoas. “Toda semana tem acidente. Tenho amigos meus e parentes que já bateram o carro ali”, relata.
O que pode parecer exagero ganha eco na fala do aposentado José Carlos Miranda, que tem uma visão privilegiada do cruzamento. Ele mora há 15 anos nessa esquina e as lembranças de acidentes no local são nítidas – tanto pela gravidade das colisões e atropelamentos quanto pela frequência. Assim como o vendedor e tantos outros moradores da região, mesmo com as obras da prefeitura no local, Miranda engrossa o coro pelo tão desejado semáforo. O pedido, já é certo, não vai ser atendido.
Apressadinhos
A quase seis quilômetros dali, o comerciante Paulo Sérgio Sanches não sofre desse problema. É só sair da eletrônica do qual é dono para ver, logo em frente, o semáforo controlando o trânsito no cruzamento da Avenida Marechal Floriano Peixoto com a Rua Doutor Bley Zornig. O encontro entre as duas vias, que aparece no levantamento da Gazeta do Povo como o segundo mais problemático da capital, tem ampla sinalização vertical e horizontal, além da já citada sinaleira. O que não é suficiente para evitar acidentes, como mostram as estatísticas e o relato do comerciante, acostumado com o som das freadas bruscas e de buzinas.

Comendador Franco com Augusto Zibarth: semáforo não impede acidentes
Comitê vai identificar vias com problemas
Uma das apostas dos órgãos de trânsito para diminuir o número de acidentes em cruzamentos da capital é o Comitê Técnico Opera­cio­­nal de Trânsito (CTOT), que teve os trabalhos retomados na última quinta-feira. O grupo é formado por oficiais do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) e técnicos e en­­genheiros da Secretaria Muni­ci­­pal de Trânsito (Setran). O comitê de­­ve analisar estatísticas sobre acidentes para propor soluções práticas em trechos específicos da cidade.
Para o comandante do BPTran, tenente-coronel Loemir Matos de Souza, o cenário observado pela Gazeta do Povo – com a maioria dos cruzamentos controlados por semáforos e ampla sinalização – reforça a tese de que as infrações de trânsito e a imprudência dos motoristas são responsáveis pela maior parte dos acidentes nestes locais. O que demanda medidas que vão além das estruturais. “Uma das ações do comitê é identificar se, nesses trechos, existe uma falha de sinalização ou um desrespeito às leis de trânsito”, resume.
A eficácia da ação fiscalizadora dos órgãos de trânsito, segundo o co­­mandante do BPTran, é comprovada pela diminuição no ano passado dos acidentes com vítimas e mortes nas ruas de Curitiba. Dados di­­vulgados pelo batalhão mostram que, de 2010 para 2011, o número de mortes diminuiu 12% na cidade e o de acidentes com vítimas, 7%. No mesmo período, a realização de blitze do BPTran aumentou 43%: foram feitas 509 operações em 2010 e 729 ano passado.

19 de fevereiro de 2012

Água...Este liquido precioso terá aumento de 16,5% em abril. Vamos economizar??

Conta de água terá reajuste de 16,5% a partir do mês abril

Valor mínimo da taxa de água subirá de R$ 18,97 para R$ 22,10 (consumo de até 10 mil litros mensais). A taxa de esgoto aumentará de R$ 16,12 para R$ 18,77
A conta de água e esgoto terá reajuste de 16,5% a partir do mês abril. A informação foi divulgada pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) nesta sexta-feira (17). O valor mínimo da taxa de água subirá de R$ 18,97 para R$ 22,10 (consumo de até 10 mil litros mensais). A taxa de esgoto aumentará de R$ 16,12 para R$ 18,77.
Não haverá reajuste para as famílias de baixa renda beneficiadas pela da Tarifa Social. Nesse caso, o valor da conta é de R$ 5,80 para consumo de até 10 mil litros por mês.
De acordo com a Sanepar, esse será o segundo aumento em sete anos. A Companhia de Saneamento justificou o aumento dizendo que a inflação acumulada no período foi de 42,98%, segundo o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM).
A empresa informou que irá investir R$ 498 milhões, em 2012, na manutenção e ampliação dos sistemas de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. A Sanepar atende 345 cidades do Paraná (do total de 399).