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2 de dezembro de 2011

Trinta e três bairros de Curitiba ficam sem água no fim de semana

Moradores de nove bairros de São José dos Pinhais e um bairro de Piraquara também terão abastecimento interrompido
Moradores de 33 bairros de Curitiba, além de outros bairros de São José dos Pinhais e Piraquara ficarão sem fornecimento de água entre sábado (3) e domingo (4). A Sanepar realiza obras de revitalização na Estação de Tratamento de Água Iguaçu, que fica na BR-277. As obras envolvem concretagem e instalação de novos filtros.
Com as obras, em Curitiba os bairros que ficarão sem água são: Água Verde, Capão Raso, Fany, Portão, Santa Quitéria, Fazendinha, Guaíra, Lindóia, Vila Izabel, Novo Mundo, Pinheirinho, Seminário, Xaxim, Boqueirão, Hauer, Cajuru, Uberaba, Guabirotuba, Jardim das Américas, Alto Boqueirão, Ganchinho, Sítio Cercado e Cidade Industrial.
O Hospital do Trabalhador, no Novo Mundo, continuará com o abastecimento normal, fornecido pelo recalque Pinheirinho.
Na Região Metropolitana, em São José dos Pinhais, a população dos bairros Cidade Jardim, Centro, Boneca do Iguaçu, Guatupê, Ipê, Roseira, Academia, Rio Pequeno e Iná terá o abastecimento comprometido. Já em Piraquara, os moradores do bairro Garituba ficarão sem água.
De acordo com a Sanepar, o fornecimento será cortado por volta das 15 de sábado e será restabelecido até as 18h de domingo. Para outras informações, os usuários podem entrar em contato com a empresa pelo telefone 115.

Delegacias à beira do colapso....O que é isso Sr Governador?????????


Governo atrasa repasse de R$ 5,4 milhões e obriga distritos policiais a comprarem fiado para manter os serviços. Para delegado, situação está “insuportável”



As 470 delegacias da Polícia Civil do Paraná estão desde setembro sem receber recursos para comprar a comida dos presos, abastecer viaturas e manter serviços básicos. Essa é a segunda vez no ano que o governo do estado atrasa em mais de dois meses os repasses do fundo rotativo, única fonte de subsistência das delegacias. Algumas estão à beira do colapso, sem poder colocar os carros nas ruas por falta de combustível ou tendo de dar salsicha todos os dias para os presos por falta de crédito com os fornecedores. A crise é maior nas cidades menores.
Os R$ 2,7 milhões mensais do fundo destinam-se aos serviços emergenciais e a materiais de expediente e de limpeza de todas as delegacias do estado, à alimentação de 12,5 mil presos recolhidos em 200 unidades do interior e ao combustível das 440 delegacias que não dispõem de postos próprios. Apenas as de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa e Gua­rapuava possuem bombas próprias para o abastecimento. As delegacias das demais cidades do estado dependem do fundo para abastecer as viaturas em postos conveniados.
Culpa da burocracia
A Secretaria de Segurança Pública (Sesp) prometeu fazer o repasse às delegacias até terça-feira que vem. Os valores vencidos somam R$ 5,4 mi­­lhões. Em condições normais, a par­­cela de um mês é depositada até o dia 15 do mês seguinte. “Não po­­de passar do dia 17, por causa dos fornecedores”, diz o chefe do Grupo Financeiro da Polícia Civil, Pe­­dro Rei­chembak de Brito. Ele as­­segura que o atraso se deveu à bu­­rocracia e não à falta de dinheiro.
Segundo Brito, o governo atual decidiu fazer uma conferência geral nos procedimentos do repasse do fundo rotativo (que existe des­­de 1992), para checar se estavam dentro das normas legais, sem irregularidades. “Isso tomou tempo e provocou o atraso”, justifica Brito. O problema é que essa não foi a primeira vez no ano. A atual administração estadual co­­meçou 2010 com um atraso superior a dois meses na transferência do fundo rotativo. Tanto no início do ano quanto agora, as delegacias precisaram improvisar para evitar o caos.
Na primeira crise do ano, a Sesp atribuiu a demora às implicações inerentes à transição de governo, como a necessidade de estudar cada uma das despesas. Negou ainda que o atraso decorreu da falta de dinheiro em caixa. Ou seja, o mesmo argumento de agora do chefe do Grupo Financeiro da Polícia Civil.
Consequências
O novo atraso do fundo já apresenta reflexos negativos no trabalho dos policiais. Um delegado do Litoral do estado, cujo nome não será revelado, por precaução, diz que há um mês nenhuma operação é feita na cidade. O jeito é comprar fiado, ainda que isso acarrete num custo moral para o delegado. “Como a cidade é pequena, os fornecedores acabam pessoalizando a dívida. É como se ‘eu’ não estivesse pagando”, desabafou.
Nas cidades que fazem a guarda de presos provisórios, as refeições são preparadas no próprio distrito. Em uma cidade do Norte do estado, os 30 detentos estão há quase um mês comendo apenas salsicha. O mercado suspendeu as entregas até a quitação dos atrasados. “Os presos chegaram a iniciar uma rebelião, que foi contida. A situação está insuportável”, diz o delegado. “O posto ainda está fornecendo combustível, mas a paciência do dono também está acabando. Só estamos atendendo emergências”, afirma.
Burocracia deixa as viaturas de Curitiba dois dias sem gasolina
Mesmo com melhor infraestrutura em comparação com o interior, as delegacias de Curitiba também começam a sentir a escassez de recursos. O delegado de um distrito da capital sofreu com a falta de combustível no início da semana. “As viaturas da Polícia Civil estavam sendo abastecidas com gasolina emprestada da Polícia Militar”, disse. A falta de recursos já afetou o trabalho administrativo e começa a prejudicar o de investigação. “As equipes não vão para as ruas. De um mês para cá, o trabalho de investigação na maioria dos distritos não existe.”
A Secretaria de Segurança Pública (Sesp) nega o rumor corrente em algumas delegacias da capital de que o combustível estaria sendo racionado. O abastecimento de todas as viaturas de Curitiba é centralizado numa unidade da Polícia Civil na Rua Barão do Rio Branco, no Centro. As bombas ficaram a terça-feira inteira e a manhã de quarta sem gasolina. A culpa teria sido novamente da burocracia, como aconteceu com o atraso nos repasses do fundo rotativo para as delegacias.
O governo do estado informou ontem que o atraso na entrega desta semana não se deveu a qualquer problema com os contratos mantidos com as distribuidoras, a Petrobras e a Ipiranga. O problema estaria na formalização de cadastro, retardado por causa da revisão geral que o atual governo está fazendo nos contratos e pagamentos da administração estadual. É, portanto, a mesma justificativa informada para os atrasos nos repasses do fundo rotativo às delegacias de todo o estado.

30 de novembro de 2011

Que falta de respeito. Onde está a acessibilidade do pedestre?

Olha a falta de respeito que a Prefeitura Municipal de Curitiba tem com o pedestre.
Isso é na Av. República Argentina enfre ao n° 4189  no Novo Mundo.

As fotos  não mentem.


                                         As pessoas precisam dividir o espaço com os veículos.

                                         Onde está a calçada????????
                                         E o cadeirante o que fará para passar?
                                         Este cidadão pisou em falso.

Paraná tem 39 municípios com risco de epidemia de dengue

Vamos promover uma campanaha para os devidos cuidados que devemos ter com  o nosso quintal e porque não cuidar também do vizinho ? 

Isso é muito sério.....

Em Guaíra, Capanema, Loanda e Nova Londrina o risco é alto, superior a 4%; de agosto a novembro foram confirmados 119 casos da doença no estado

Há risco de epidemia de dengue em 39 municípios do Paraná, segundo informações do levantamento do índice de infestação do Aedes aegypti no Paraná (Liraa), divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, na segunda-feira (28), durante a 8ª reunião do Comitê Gestor Intersetorial de Combate à Dengue, em Curitiba. Ao todo, 59 participaram do levantamento.
O risco é considerado alto (igual ou superior a 4%) em quatro municípios: Guaíra, Capanema, Loanda e Nova Londrina. Nos outros 35, o risco é médio, com porcentagem entre 3,9% e 1%.
O levantamento é feito a partir da metodologia do Programa Nacional de Controle da Dengue. Os agentes e controle de endemias visitam alguns imóveis por amostragem à procura de larvas do mosquito e atribuem o índice conforme o número de criadouros a cada grupo de 100. Um índice de 2%, por exemplo, indica que a cada 100 imóveis, dois tinham criadouros com larvas de Aedes aegypti.
O principal problema, segundo a Vigilância em Saúde da Secretaria da Saúde, é o acúmulo de materiais que retêm água, a falta de aterros sanitários e a separação e destino não adequado de materiais recicláveis.
Entre os meses de agosto e novembro, em todo o estado, foram confirmados 119 casos da doença. Desses, 101 com contaminação no município e 18 provenientes de outros locais. Uma morte foi confirmada na cidade de Cornélio Procópio, em abril deste ano. Com essa, somam 15 as mortes por dengue durante o ano epidemiológico 2010/2011.
A secretaria descartou a dengue hemorrágica como causa de uma morte registrada em Londrina no início de novembro. Na época, segundo o atestado de óbito do Hospital Universitário (HU), a causa da morte foi “choque hemorrágico de dengue".

29 de novembro de 2011

Mais um posto de arrecadação de brinquedos, Corujão Pinheirinho.

                         Desde já nossos agradecimentos ao Grupo Corujão.

                         Em especial ao seu Diretor presidente o Sr Helmuth Altheim


               A campanha, doe um brinquedo  e faça uma criança sorrir neste natal. 
               Ganha mais um posto de arrecadação de brinquedos para as crianças da Vila  Piratini. 
                        
          A nova loja do grupo Corujão, situa-se na Via Rápida Pinheirinho Centro.
   Próximo ao terminal do Pineirinho e Via Verde.                                  
     http://www.corujao.com.br/    Fone  41 3341 9200                                       
Com a nova Corujão, podemos atender os clientes dos bairros Portão, Fazendinha, Cidade        Industrial e    Umbará que estavam sem a assistência de uma concessionária Volkswagem        próxima. E com a sua grande estrutura, a nova loja também será o Centro de Distribuição dos automóveis do grupo.                             
Atendimento com qualidade e rapidez, vc  encontra no Corujão.
Corujão a sua disposição.                                                               

Curitiba vive expectativa de clássico.

                               

                  Em primeiro lugar, a páz e o bom senso devem prevalecer.

                   
                     Todos tem o direito de torcer  pelo seu clube, independente das cores.


                                                          Coxa intensifica a lei do silêncio

A semana que pode definir o re­­torno do Coritiba à Libertado­­res da América começou com si­­lêncio no Alto da Glória. De­­pois da vitória em cima do Avaí, os jogadores foram orientados a não falar sobre o Atletiba sem o aval do departamento de comunicação do clube. En­­tre­­vistas somente nos dias e horários pré-definidos pela assessoria de imprensa alviverde.
A preocupação da diretoria é de que nenhuma declaração fora de lugar seja feita pelos atletas que possa aumentar o clima na­­tural de tensão para o clássico contra o Atlético no domingo, às 17 horas, na Arena da Baixada.
Desde o início da temporada, a política de “poucas palavras” imperou – mesmo em momentos de euforia, como na convocação do zagueiro Emerson para a seleção brasileira.
O técnico Marcelo Oliveira vai contar com força máxima no domingo. Os volantes Leandro Do­­nizete e Willian voltam de sus­­pensão e o atacante Marcos Aurélio está recuperado de dores no pé esquerdo.

                                          Torcida suspeita

Nota de apoio ao Ceará divulgada pelo Bahia incomoda atleticanos e cruzeirenses. Mala branca é cogitada por conselheiros rubro-negros
Adversários na luta contra o rebaixamento, Atlético e Cruzeiro entram na semana decisiva do Brasileiro unidos na insatisfação com o Bahia. O Tricolor de Aço divulgou uma nota em seu site no sábado cumprimentando Sport e Náutico pela volta à elite do futebol nacional. O que seria política de boa vizinhança passou a ser motivo de preocupação quando, no final do texto, o clube baiano afirma torcer pela continuidade do Ceará na Série A em 2012, “para que o futebol nordestino fique ainda mais fortalecido”.
Para isso acontecer, o Vozão teria de vencer o próprio Bahia no do­­mingo – além de torcer por um tropeço da Raposa no clássico com o Atlético-MG.
Apesar do desconforto nos bastidores, a saia-justa foi comentada publicamente no Furacão apenas pelo técnico Antônio Lopes, que preferiu manter o ceticismo. “Não pode ser. Isso é coisa de torcida”, disse o treinador. “Eu duvido que o [diretor de futebol] Paulo Angioni e o [técnico] Joel Santana não vão lutar por uma vaga na Sul-Ame­ricana”, completou.



                                  PM monitora mídias sociais para evitar ‘guerra’

Serviço reservado da Polícia Militar acompanha a movimentação das torcidas na internet com a intenção de prevenir brigas entre facções rivais .

28 de novembro de 2011

Eles fazem a diferença na CIC..........Sempre existe esperança.

Inicialmente projetada para abrigar fábricas e seus funcionários, com as invasões a Cidade Industrial de Curitiba acabou se tornando um bairro superlotado e, como em qualquer lugar que cresça desordenadamente, virou espaço perfeito para o aumento da violência. Em meio a tantos crimes, porém, ainda há quem consiga plantar a esperança na vida das famílias da região, que tem 170 mil habitantes e 83 vilas. Conheça alguns de vários projetos que deram certo na região:
Ao som de violinos e do violão
Joana Alice Ferreira de Lima, 50 anos, ou Nega, como é conhecida por todos que moram na Vila Oswaldo Cruz II, é uma mulher de fibra. Ela é a presidente da associação de moradores da vila e administra com pulso firme tanto a instituição, quanto o entorno. Nada de lixo, nada de desordem. Em contraponto, uma delicadeza e um jeito vaidoso de ser, que cantam e encantam os seus 200 pupilos do Projeto Prevenindo com Formação Integral, posto em prática em 2009. Na sala de música, além de violão, há 27 violinos guardados e mantidos com toda a ordem do lugar.
“Todo mundo sabe que nossa ONG é um quartel-general”, orgulha-se. Em meio aos sons afinados, um coral de meninas prepara-se para a apresentação de Natal. Da sede, que já foi mercado e panificadora – e acabou entregue em comodato pela Cohab – saíram 16 caçambas de lixo. O lugar estava abandonado. Hoje, tem crianças atendidas nos dois turnos, mais de cem adultos em oficinas de artesanato e grupos para terceira idade.
Onde fica? Na Rua Cristina Barletta Tuoto, 185 – Osvaldo Cruz II – (41) 3042-2172 – contato@amococ.org.br
Em prol da paz e da ressocialização (foto 2)
Uma lona de circo branca e azul se sobressai no alto do Bolsão Sabará, porém, o espetáculo aqui não é circense e sim, de solidariedade. A ideia de montar a ONG Anjos surgiu de dentro dos muros do presídio. Oscar Moreira, 37 anos, e Ademir de Aragão (foto), 49, idealizadores do Projeto Amigos Nova Jerusalém Organização Social, viveram na pele a dificuldade de sair da prisão e conseguir a ressocialização. Jaqueline, mulher de Oscar, conta que o início de tudo não foi fácil. “Além da retirada do lixo, também precisamos nos livrar do preconceito inicial”. A ONG presta auxílio a ex-presidiários e dependentes químicos. No pequeno barracão são realizados cursos de elétrica, dry-wall e de pedreiro. Nesses cinco anos, Jaqueline estima que tenham sido atendidos mais de 500 ex-presidiários e seus familiares. Moram ali, atualmente, 16 jovens. Além dos cursos e da estada, para alguns, a Anjos mantém uma feira nas manhãs de sábado com produtos cedidos pela Ceasa e repassados à vizinhança. Onde fica? Na Rua Maria Rosa Guerreiro do Contestado, 31. Bolsão Sabará – fones (41)
GRPCom
Assim como aconteceu na semana passada na Vila Verde, ontem foi a vez de a Vila Sabará receber a visita da Gazeta do Povo e da RPCTV, in­­tegrantes do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), em um café da tarde para discutir problemas e buscar soluções para a segurança do bairro Cidade Industrial de Curi­­tiba (CIC). Estiveram presentes representantes das Polícias Civil e Militar, moradores e líderes comunitários.
Reivindicações como contraturno escolar para os alunos, uma escola de ensino médio na própria Vila, maior investimento público e o estreitamento nas relações entre policiais e comunidade foram levantadas. Para eles, educação e segurança andam juntas. Os moradores contam que, por não haver um colégio de ensino médio perto de casa, aproximadamente 60% dos jovens precisam atra­­vessar o bairro para chegar ao colégio mais próximo. “Eles ficam vul­­neráveis a traficantes e más companhias”, conta um pai de aluno. Para a Irmã Anete Giordani, gestora do Centro de Assistência Social Divina Misericórdia, seria interessante a criação de conselhos locais na região, a exemplo do que acontece com a saúde e educação. “Criar conselhos para o idoso e a infância e adolescência seria ótimo. Mas nós, como comunidade, precisamos levantar e fazer.”
Outra sugestão foi a criação de um fórum onde as lideranças comunitárias possam discutir e sugerir me­­lhorias à Policia Militar. Algo parecido com os Conselhos de Segurança, que acabaram não dando certo na região.
Alcançando os não alcançados (foto 3)
Uma maquete azul encerra parte do sonho de Paulo. Em quase um hectare de terreno, o ex-empresário do ramo de móveis Paulo Pereira de Novaes (ao centro), 53 anos, pretende ampliar suas ações. Há 15 anos, o Projeto Vida deu seus primeiros passos na Região Norte do país, com projeções de videos que falavam sobre os males da drogadição. Hoje, mantém um espaço na Vila Barigui, onde agrega salas de informática, dança, música e espaços para grafitagem. Atualmente, 220 jovens, dos 7 aos 17 anos, são atendidos pelo projeto. Paulo conta com a ajuda de missionários.“Não levantamos bandeira de igreja alguma; o título se deve à missão que eles escolhem, que é alcançar os não alcançados”. Quando o sonho sair da maquete (foto), a nova área oferecerá alojamentos e centro de recuperação para os voluntários que trabalham no projeto e dão palestras sobre drogas; refeitório; ambulatório e estacionamento. Onde fica? Na Rua Maria Rosa Guerreiro do Contestado, 31. Bolsão Sabará – fones (41) 3249-1897. Site: www.onganjos.com.br
Um lugar para ser feliz (foto 4)
Rodeado por crianças, Geraldo Mazela (foto), 54 anos, anda pelo espaço que já foi um forte ponto de consumo de drogas e prostituição. A Associação de Moradores das Moradias Zimbros (Asmozi), na Vila Sandra, tem 18 anos, mas a partir de 2006 é que o problema com drogas entrou pelas portas da associação. Quando se tornou presidente da Asmozi, o espaço foi ampliado e as crianças que antes eram levadas por ele até o Sesc Portão um sábado sim e outro não, passaram a utilizar o espaço para a prática de esportes e aprendizado. Em parceria com o governo, Mazela coordena cinco projetos: Rumo ao Futuro; Educar é Transformar; Gol do Futuro; Inovar e Pró-Jovem. O público atendido é de 6 a 17 anos. Se for preciso, ele trabalha 24 horas.E o trabalho não é em vão. Em 2009, dois meninos que ainda treinam no time da Asmozi representaram o Brasil na Copa do Mundo InterCampus, na Itália. O evento era uma parceria entre entidades de assistência social e o Internacional de Milão. Onde fica? Na Rua Verônica Tribek Moro, 493, Moradias Zimbros – (41) 3279-3015. Site: www.asmozi.org.br