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27 de dezembro de 2011

Brasil vai consolidar posição de 6ª maior economia, precisamos ajustar muitas coisas ainda.

O ministro Mantega ponderou, no entanto, que o Brasil poderá demorar de 10 a 20 anos para conseguir dar ao cidadão brasileiro um bom padrão de vida
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o Brasil vai consolidar a posição de sexta maior economia do mundo porque continuará crescendo mais do que outros países em razão da crise internacional afetar mais as economias avançadas. Ao comentar o estudo do Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR, em inglês), que aponta o Brasil como a sexta maior economia do mundo passando o Reino Unido, o ministro ponderou, no entanto, que o Brasil poderá demorar de 10 a 20 anos para fazer com que o cidadão brasileiro tenha um padrão de vida semelhante ao europeu.
Mantega disse que o País ainda precisa investir mais nas áreas social e econômica. "Isso significa que nós vamos ter continuar crescendo mais do que esses países, aumentar o emprego e a renda da população. Nós temos um grande desafio pela frente", disse Mantega. "Mas a boa notícia é que nós estamos nessa direção e caminhando a passos largos para que o Brasil, num futuro próximo seja um país melhor", afirmou, em nota à imprensa.
Mantega disse que essa posição vai ser consolidada e a tendência é de que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos. Ao citar as boas relações comerciais do Brasil com outros países, especialmente com os asiáticos, Mantega destacou que, atualmente, o Brasil é "respeitado e cobiçado, tanto que os investimentos estrangeiros diretos devem somar US$ 65 bilhões esse ano".
Matéria acima publicada pela Cazeta do Povo em 27/12/11
Precisamos ajustar muita coisa ainda, tais como a educação, a saúde e a segurança pública, elém de combater duramente a corrupção deste país.

26 de dezembro de 2011

Linha verde.......Um caus, mesno no dia de natal.

Linha verde foi projetada para melhorar o fluxo de veículos que ali trafégam.
O projeto não atende as necessidades de Curitiba.
Mesmo no feriado,as 12,30, em pleno natal,veja o que acontece na linha verde.

As pessoas saem de casa para visitar parentes e  deparam com um trânsito caótico.
Será que um dia teremos um trânsito tranquilo na linha verde?????????

25 de dezembro de 2011

Retorno das praias movimenta estradas neste domingo

Movimento deve ser grande também na BR-277, que liga Curitiba e o interior do Paraná, até segunda-feira (26). Cerca de 18 mil carros devem voltar do litoral paranaense, com picos a partir das 16 horas
O retorno do litoral vai movimentar as rodovias que ligam as praias do Paraná e Santa Catarina e o interior do estado a Curitiba neste domingo (25). Pela BR-277, a estimativa da Ecovia, concessionária que administra o trecho, é de que 18 mil veículos retornem à capital, com picos de mais de mil carros a partir das 16 horas. O movimento também deve continuar para quem desce para o Litoral, com estimativa de 15 mil carros e picos de fluxo entre 10h e 12 horas.
A concessionária alerta os motoristas que não haverá a Operação Mão Única na PR-407 (acesso a Pontal do Paraná, no Litoral paranaense). A operação será realizada na volta do feriado de Ano Novo, em 1º de janeiro.
Pela BR-376, entre Curitiba e Santa Catarina, a previsão é de que fluxo de retorno seja alto entre 12h e meia-noite. Não houve registro de acidentes graves durante o sábado e não há bloqueios na estrada.
São Paulo e interior
O pico do movimento na rodovia Régis Bittencout, pela BR-116, será entre 16h e meia noite. Na segunda-feira (26), fluxo deve ser alto das 6h ao meio dia.
Segundo a CCR Rodonorte, que faz a ligação entre Curitiba e o interior do Paraná por um trecho da BR-277, o aumento no fluxo no domingo deve ser de 27%. Na segunda-feira (26), movimento ainda maior, com volume de tráfego 122% maior (de cerca de 20 mil carros para aproximadamente 46 mil passando pela rodovia).
Alerta
Segundo dados da Polícia Rodoviária, quase quatro em cada dez acidentes registrados na última temporada de verão (de dezembro de 2010 a fevereiro deste ano) foram causados pela falta de atenção dos motoristas. Das 5,7 mil ocorrências do período no Paraná, cerca de 2 mil estiveram relacionadas a fatos que fizeram os motoristas se distraírem ao volante.
Dos dez pontos concentradores de acidentes na temporada de verão, segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), cinco estão diretamente relacionados com o movimento de veículos no sentido ao Litoral. Três envolvem a PR-412 (que liga as praias paranaenses) e dois a PR-407 (que também conecta distritos litorâneos). Entre os locais de maior risco listados pela PRF, a serra para o litoral de Santa Catarina aparece na 5.ª colocação.

24 de dezembro de 2011

Doação de brinquedos e roupas no pequeno cotolengo.

Se vc tiver algo para doar, doe para o pequeno cotolendo.
Transforme o momento da criança que lá está,  um pouco mais felíz.
Ligue para 41 3314 1900 e doe o que puder.



23 de dezembro de 2011

Extra.. Extra..Estra..Salário mínimo tem aumento de 14,13% apartir de janeiro.

O salário mínimo surgiu no Brasil em meados da década de 30. A Lei nº 185 de janeiro de 1936 e o Decreto-Lei nº 399 de abril de 1938 regulamentaram a instituição do salário mínimo, e o Decreto-Lei nº 2162 de 1º de maio de 1940 fixou os valores do salário mínimo, que passaram a vigorar a partir do mesmo ano. O país foi dividido em 22 regiões (os 20 estados existente na época, mais o território do Acre e o Distrito Federal) e todas as regiões que correspondiam a estados foram divididas ainda em sub-região, num total de 50 sub-regiões. Para cada sub-região fixou-se um valor para o salário mínimo, num total de 14 valores distintos para todo o Brasil. A relação entre o maior e o menor valor em 1940 era de 2,67.
            Esta primeira tabela do salário mínimo tinha um prazo de vigência de três anos, e em julho de 1943 foi dado um primeiro reajuste seguido de um outro em dezembro do mesmo ano. Estes aumentos, além de recompor o poder de compra do salário mínimo, reduziram a razão entre o maior e o menor valor para 2,24, já que foram diferenciados, com maiores índices para os menores valores. Após esses aumentos, o salário mínimo passou mais de oito anos sem ser reajustado, sofrendo uma queda real da ordem de 65%, considerando-se a inflação medida pelo IPC da FIPE.
            Em dezembro de 1951, o Presidente Getúlio Vargas assinou um Decreto-Lei reajustando os valores do salário mínimo, dando início a um período em que reajustes mais freqüentes garantiram a manutenção, e até alguma elevação, do poder de compra do salário mínimo. Da data deste reajuste até outubro de 1961, quando ocorreu o primeiro reajuste do Governo de João Goulart, houve um total de seis reajustes. Neste período, além de os reajustes terem ocorrido em intervalos cada vez menores (o último, de apenas 12 meses), ampliou-se bastante o número de valores distintos para o salário mínimo entre as diversas regiões. Deve-se ressaltar que nos dois primeiros reajustes deste período o aumento do maior salário mínimo foi muito superior ao do menor, com a razão entre eles atingindo 4,33 em julho de 1954, seu maior valor histórico.
Hoje o salário mínimo em vigor do trabalhador é de R$ 545,00.
O Governo concedeu um aumento de 14,13% e o mesmo passará apartir de 1° de janeiro de 2012 para R$ 622,00.
Enquanto o governo diz ter dado um forte aumento ao  salário mínimo de 14,13%, os vereadores de Campinas, aumentaram seus  salários em 126% e passarão a receber R$ 13.200,00.
O que será que está errado nesta história?

73% dos curitibanos não agem para reduzir produção de lixo.Isso é grave,muito grave.






Pesquisa mostra que maioria faz a seleção de recicláveis, mas preocupação com o consumo consciente ainda é ignorada pelos habitantes
O bordão “lixo que não é lixo, não vai pro lixo”, difundido a partir de 1989 pela prefeitura municipal de Curitiba, ajudou a motivar os habitantes da capital a separar materiais recicláveis. Mas esse e outros programas ambientais que vieram depois ainda não foram capazes de sensibilizar a população para a necessidade de reduzir a quantidade de lixo produzido.                                                                   
Um levantamento feito pela Paraná Pesquisas a pedido da Gazeta do Povo aponta que 82% dos        entrevistados colaboram com a coleta seletiva, mas 73% admitem que não fazem esforços para diminuir a produção de resíduos.                                                                                                                              
A professora Ana Flavia Locateli Godoi, do departamento de Enge­­nharia Ambiental da Univer­­sidade Federal do Paraná, acredita que falta disciplina ao curitibano para realizar uma transformação. Para os especialistas, reduzir a produção de lixo é hoje mais importante que reciclar, pois além de deixar de colocar mais resíduos em circulação, a medida também evita gastos de matéria-prima – como água e energia –, utilizadas na recuperação desses materiais.
Ana Flavia assinala que a busca pela redução de lixo pode avançar mais entre os grandes produtores de rejeitos, como empresas e indústrias. “A única saída é a da estratégia poluidor-pagador, ou seja, quem gera mais resíduo deve pagar por isso. Isso existe em vários países da Europa”, comenta.
Gerente municipal de limpeza, a engenheira Gisele Taborda Ribas acredita que reduzir a produção de lixo é mais difícil que realizar a separação porque exige repensar e se abdicar de alguns hábitos. Apesar disso, ela cita que muitos reduziram a produção de lixo mesmo sem perceber. “Ao usar a xícara em vez de copinho plástico ou não pedir sacolas em supermercados”, exemplifica.
Consciente
Para Leny Toniolo, assessora técnica de educação ambiental da prefeitura de Curitiba, a aposta para a redução de lixo deve mirar no consumo consciente. “A pessoa deve se perguntar sobre a necessidade ou não de comprar determinados produtos: muitos vêm em uma embalagem, dentro de uma caixa, em uma sacola”, diz ela, que assinala a necessidade de campanhas dirigidas com mais ênfase ao público jovem. “Na população adulta, os hábitos já estão arraigados. O processo de educação para cuidar do lixo é lento e os resultados não vem em curto prazo”, diz.
Pesquisa
Poucos sabem para onde vai o lixo
O levantamento feito pela Paraná Pesquisas mostrou também que 76% dos entrevistados não sabem para onde é levado o lixo recolhido. “É muito cômodo colocar o saco na frente de casa e esperar que o caminhão da prefeitura magicamente resolva nosso problema”, diz a professora Ana Flavia Locateli Godoi, do departamento de Engenharia Ambiental da UFPR. Ela defende que todos os cidadãos visitem pelo menos uma vez o aterro sanitário ou uma usina de reciclagem. “Assim, compreenderiam o longo caminho do lixo até seu destino”, comenta.
A gerente municipal de limpeza, Gisele Taborda Ribas, reconhece que falta divulgação sobre o destino do lixo, mas que muitas pessoas o separam de forma errada. “Não adianta separar e depois colocar os sacos juntos, pois o caminhão compactador não faz a seleção”, conta.
Nos vários projetos da prefeitura – que incluem, por exemplo, o Câmbio Verde, que troca lixo reaproveitável por alimentos –, são recolhidas 100 toneladas de recicláveis diariamente. É o dobro do coletado há quatro anos. A prefeitura avalia que a participação da população tem aumentado nos últimos anos. Enquanto o volume de lixo comum aumentou 15% em quatro anos, nesse período o montante de recicláveis coletados duplicou.
Contudo, Curitiba ainda está longe de reaproveitar tudo o que pode do lixo recolhido nas casas e empresas pelos caminhões da prefeitura. A quarta parte do que é coletado como lixo comum – 1.557 toneladas diárias –, também poderia ser reciclado. Ou seja, poderiam se somar às 100 toneladas diárias recicláveis recolhidas pela prefeitura mais 390 toneladas.
Carrinheiros
Não são os caminhões da prefeitura que recolhem a maior quantidade de recicláveis na capital. Cerca de 445 toneladas são coletadas diariamente pelas centenas de carrinheiros que percorrem a cidade.
* * * * *
Interatividade
Você leva em conta a produção de lixo antes de decidir comprar um produto?
Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br
As cartas selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor.
Pense nisso.......                                                                                                               

                            

22 de dezembro de 2011

Ciclistas protestam contra “meia-faixa” E ainda dizem que é a Capital ecológica.

Um grupo de cicloativistas se reuniu ontem, no bairro Hauer, para protestar contra o erro cometido pela prefeitura de Curitiba na metragem da ciclofaixa da Ave­­nida Marechal Floriano Peixoto, entre o viaduto da Linha Verde e o terminal do Carmo. O evento foi convocado pelo site Bicicletada Curitiba.
A conclusão da obra deveria ter acontecido em novembro de 2010, mas começou a ser entregue na se­­mana passada. De acordo com o ativista Oscar Cidri, a promessa de faixas exclusivas para ciclistas é antiga. “Agora nos entregam uma ‘meia-faixa’ de 75 centímetros.”
Durante o trajeto entre o Shopping Cidade e o início da ciclofaixa, a reportagem da Gazeta do Povo pôde perceber a falta de segurança a que os ciclistas são ex­­postos. Não há sinalização adequada nas ruas e nem sempre os carros dão a vez para as bicicletas.
O projeto
Em 2008, quando o projeto foi anunciado, havia a previsão de criar vias exclusivas para bicicletas, nos dois sentidos da avenida, com 1,5 metro de largura cada uma. No entanto, a faixa entregue tem 75 centímetros. Com a faixa menor, não há possibilidade de ultrapassagem entre os ciclistas.
O Instituto de Pesquisa e Pla­­nejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) re­­conheceu o erro e o atribuiu à Urbani­­zação de Curitiba S/A (Urbs), dizendo que serão feitos os reparos necessários, mas sem previsão para o iní­­cio da readequação. No en­­tanto, as faixas terão entre 1,2 e 1,3 metro