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20 de dezembro de 2011

Vereadores aprovam relatório que inocenta Derosso em CPI e se reunem para uma pizza....

Segundo o documento, aprovado por 6 votos a 3, os indícios de irregularidades nos contratos de publicidade da Casa eram “não conclusivos
Veja com foi a votação e veja quem são eles..............................
A favor do relatório que inocentou Derosso
- Paulo Frote (PSDB)
- Nely Almeida (PSDB)
- Denilson Pires (DEM)
- Emerson Prado (PSDB)
- Zezinho do Sabará (PSB)
- Zé Maria (PPS)

Contra o relatório que inocentou Derosso
- Pedro Paulo (PT)
- Paulo Salamuni (PV)
- Tito Zeglin (PDT)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Curitiba votou, perto das das 17h desta terça-feira (20), o relatório final da investigação sobre supostas irregularidades nos contratos de publicidade da Casa. Por seis votos contra três, os vereadores aprovaram o texto apresentado pelo vereador Denilson Pires (DEM) que inocenta o presidente licenciado do Legislativo municipal, vereador João Cláudio Derosso (PSDB). Os contratos de publicidade sob suspeita, no valor de R$ 35 milhões, foram executados entre 2006 e 2011. Votaram apenas os 9 parlamentares membros da CPI.
Segundo o documento, os indícios de irregularidades eram “não conclusivos”, o que, na prática, significa que Derosso não será responsabilizado. A documentação reunida durante a CPI será encaminhada ao Ministério Público do Paraná (MP-PR), que já investiga o caso.
O próprio MP já apresentou denúncia à Justiça contra Derosso, sua mulher, Cláudia Queiroz Guedes, e os integrantes da comissão responsável pela licitação dos serviços de publicidade da Casa, por improbidade administrativa e direcionamento na licitação. O processo foi aberto em novembro.
Relatório paralelo que pedia cassação é rejeitado
Junto com o texto aprovado, será anexado um relatório “paralelo”, apresentado pelos vereadores Pedro Paulo (PT) e Paulo Salamuni (PV). Os dois recomendaram que Derosso fosse cassado porque eles consideraram existir elementos suficientes na investigação para que o presidente licenciado sofresse a pena máxima da Câmara, por supostas irregularidades nos contratos de publicidade.
Porém, o documento deles foi rejeitado pelos membros da CPI, mas seguirá como uma anexo do relatório aprovado para o MP-PR.

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