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21 de dezembro de 2011

Curitiba é a capital modelo. E é este o modelo????????. CPI mostra poder de Derosso sobre vereadores

CPI mostra poder de Derosso sobre vereadores

Investigação sobre contratos de publicidade de R$ 31,9 milhões terminou sem indicação de punições
Como já era esperado, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou supostas irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara Municipal de Curitiba não teve resultados práticos. Por seis votos a três, os integrantes da CPI aprovaram ontem o relatório apresentado pelo verea­­­dor Denilson Pires (DEM), que não recomenda qualquer tipo de punição ao presidente licenciado da Câmara, João Cláudio Derosso (PSDB). O documento, que será enviado ao Ministério Público, ainda isenta o tucano de qualquer responsabilidade pelos gastos suspeitos de R$ 31,9 milhões.
Na avaliação de cientistas políticos ouvidos pela Gazeta do Povo, o resultado era previsível. De acordo com eles, o medo de que o escândalo envolvendo o presidente licenciado respingue sobre o grupo político do qual ele faz parte e a influência que Derosso tem sobre muitos colegas da Câmara são os ingredientes principais dessa “pizza”.
A pouca disposição dos vereadores para o enfrentamento também entra na receita. Levanta­­­mento feito pela Gazeta do Povo mostra que a maioria dos 27 verea­­dores com quem a reportagem conseguiu falar ontem é favorável ao texto aprovado ou prefere não se pronunciar (leia mais ao lado).
O cientista político Luiz Domingos Costa, professor do Grupo Uninter, critica a postura dos integrantes do Legislativo curitibano. “Os vereadores ficam numa situação muito mais de se protegerem mutuamente do que de enfrentamento. Eles não estão exercendo uma atividade básica do Parlamento, que é o enfrentamento e a exposição política.”
Para o cientista político Emerson Cervi, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a demora dos vereadores em instituir a comissão – que só foi criada depois que o MP havia iniciado as investigações – era um indício de que ela não traria resultados práticos. Cervi acredita que essa situação se deve ao poder que Derosso ainda exerce sobre os vereadores, construído ao longo de uma década e meia em que o tucano esteve na presidência da Câmara Municipal.
Esse poder também é considerado pelo cientista político Fabrício Tomio, professor da UFPR, como um dos motivos para o resultado da CPI. “O Derosso não foi presidente da Câmara por qualquer motivo. Ele tinha o apoio da maioria e essa maioria não pretendia a punição”, diz Tomio. Ele ainda observa que a maioria que apoiava Derosso na Câmara faz parte da base do governo municipal, “que parece não querer o aprofundamento das investigações por temer que isso tenha reflexos eleitorais”, completa.
Anexo
Ao mesmo tempo em que aprovaram um relatório que não prevê qualquer tipo de punição ao presidente licenciado da Câmara, os vereadores optaram por não enterrar de vez o relatório produzido pela oposição. O documento – que recomenda o afastamento definitivo de Derosso da presidência da Câmara – será anexado ao material enviado ao Ministério Público.
A medida é vista por analistas políticos como uma tentativa dos vereadores de dar uma resposta à opinião pública, uma vez que o relatório não tem qualquer efeito prático. “Se houvesse um abafa total, isso daria discurso para a oposição. Por outro lado, também é um tipo de resposta à opinião pública, uma forma de diminuir o impacto negativo”, afirma Tomio.
Onze parlamentares dizem desaprovar resultado
Para saber a opinião dos vereadores a respeito da finalização da CPI que investigou os contratos de publicidade da Câmara Municipal de Curitiba, a Gazeta do Povo tentou falar com todos, com exceção do envolvido nas denúncias, João Cláudio Derosso (PSDB) e do vereador licenciado Odilon Volkman (PSDB). Os outros 36 foram procurados em seus gabinetes, por telefone, ou por meio de suas assessorias parlamentares.
                                    

20 de dezembro de 2011

TRE ..Adverte,vc já regularizou seu título para biométrico?

Então se apresse,pois vc têm apenas um mês.

Os eleitores de Curitiba que ainda não fizeram o recadastramento biométrico têm apenas mais um mês para regularizar a situação. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, até agora 68% dos eleitores da capital fizeram o recadastramento, o que representa novecentas e quinze mil pessoas. Ainda faltam quatrocentos e quinze mil eleitores. O responsável pela comunicação social do TRE, Márcio Jardim, garante que a meta de 80% determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral será alcançada até o dia 20 de janeiro. 

Vereadores aprovam relatório que inocenta Derosso em CPI e se reunem para uma pizza....

Segundo o documento, aprovado por 6 votos a 3, os indícios de irregularidades nos contratos de publicidade da Casa eram “não conclusivos
Veja com foi a votação e veja quem são eles..............................
A favor do relatório que inocentou Derosso
- Paulo Frote (PSDB)
- Nely Almeida (PSDB)
- Denilson Pires (DEM)
- Emerson Prado (PSDB)
- Zezinho do Sabará (PSB)
- Zé Maria (PPS)

Contra o relatório que inocentou Derosso
- Pedro Paulo (PT)
- Paulo Salamuni (PV)
- Tito Zeglin (PDT)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Curitiba votou, perto das das 17h desta terça-feira (20), o relatório final da investigação sobre supostas irregularidades nos contratos de publicidade da Casa. Por seis votos contra três, os vereadores aprovaram o texto apresentado pelo vereador Denilson Pires (DEM) que inocenta o presidente licenciado do Legislativo municipal, vereador João Cláudio Derosso (PSDB). Os contratos de publicidade sob suspeita, no valor de R$ 35 milhões, foram executados entre 2006 e 2011. Votaram apenas os 9 parlamentares membros da CPI.
Segundo o documento, os indícios de irregularidades eram “não conclusivos”, o que, na prática, significa que Derosso não será responsabilizado. A documentação reunida durante a CPI será encaminhada ao Ministério Público do Paraná (MP-PR), que já investiga o caso.
O próprio MP já apresentou denúncia à Justiça contra Derosso, sua mulher, Cláudia Queiroz Guedes, e os integrantes da comissão responsável pela licitação dos serviços de publicidade da Casa, por improbidade administrativa e direcionamento na licitação. O processo foi aberto em novembro.
Relatório paralelo que pedia cassação é rejeitado
Junto com o texto aprovado, será anexado um relatório “paralelo”, apresentado pelos vereadores Pedro Paulo (PT) e Paulo Salamuni (PV). Os dois recomendaram que Derosso fosse cassado porque eles consideraram existir elementos suficientes na investigação para que o presidente licenciado sofresse a pena máxima da Câmara, por supostas irregularidades nos contratos de publicidade.
Porém, o documento deles foi rejeitado pelos membros da CPI, mas seguirá como uma anexo do relatório aprovado para o MP-PR.

EXTRA....EXTRA..EXTRA..Relatório de CPI livra Derosso e investigação acaba em pizza

Denílson Pires (DEM) adiantou que seu parecer deve apresentar apenas “indícios não conclusivos” sobre as irregularidades na Câmara
O vereador Denílson Pires (DEM) apresenta hoje o relatório final dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostas irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara de Curitiba. Pires adiantou que seu texto deve apresentar apenas “indícios não conclusivos” ao Ministério Público (MP), além de sugestões sobre como melhorar a fiscalização dos contratos da Casa.
Na prática, isso significa que o relatório não deve responsabilizar o presidente licenciado, João Cláudio Derosso (PSDB). O documento será votado às 14h30 no plenário da Câmara pelos nove componentes da CPI. Os contratos de publicidade sob suspeita, no valor de R$ 35 milhões, foram executados entre 2006 e 2011.
Segundo Pires, a comissão não tem um caráter punitivo e, portanto, o relatório deve apenas apresentar o trabalho dos vereadores ao MP para que o órgão aprofunde as investigações. “A CPI municipal não tem essa prerrogativa. Regimental­­mente ela é impedida de dar qualquer punição”, afirmou. Apesar de a CPI não ter poder para punir ninguém, o relatório pode, sim, sugerir punições, baseadas na lei, caso haja comprovação de irregularidades
O vereador considerou, também, que os trabalhos foram produtivos, mas não chegaram a conclusões sobre nenhuma irregularidade específica. Ele cita como exemplo o caso da revista Câmara em Ação – que custou R$ 14 milhões aos cofres públicos entre 2006 e 2010. Havia a suspeita de que a publicação havia sido superfaturada, já que os dados oficiais falavam em uma tiragem de 247 mil exemplares, incompatível com o conhecimento que as pessoas tinham do veículo. Pires reforça que foram apresentados todos os documentos relativos à impressão e distribuição – o que não significa que não tenha havido nenhuma irregularidade, mas que, pelo que a CPI pode apurar, não é possível dizer o contrário também.
Esse relatório final, caso aprovado, será encaminhado ao MP. O órgão já apresentou denúncia contra Derosso, sua mulher, Cláudia Queiroz Guedes, e os integrantes da comissão responsável pela licitação dos serviços de publicidade da Casa, por improbidade administrativa e direcionamento na licitação. O processo foi aberto em novembro.
Mudanças
Além de encaminhar o material coletado pelos vereadores para o MP, Pires adiantou que o relatório da CPI deve também sugerir mudanças na gestão dos contratos da Casa. O vereador sugere, em seu relatório, a realização de audiências periódicas para avaliação dos contratos vigentes da Casa. Além disso, ele pede também a formalização de gestores formais para esses contratos. “É preciso um controle maior por parte dos vereadores, para que no futuro nenhum tipo de concorrência pública passe por esses problemas”, comenta.
Documento da oposição vai responsabilizar presidente
Únicos representantes da oposição na CPI que investiga irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara de Curitiba, Pedro Paulo (PT) e Paulo Salamuni (PV) prometem apresentar um relatório paralelo na tarde de hoje. Ao contrário do relatório que será apresentado por Denílson Pires (DEM), o documento da oposição aponta irregularidades e coloca o presidente licenciado da Casa, João Cláudio Derosso (PSDB), como o responsável direto e pede seu afastamento definitivo do cargo.
Leia a matéria completa
Denúncias
Entenda a crise na Câmara:
Licitação suspeita
A licitação para a escolha das duas agências de publicidade da Câmara de Curitiba, em 2006, contou com apenas duas concorrentes. No entendimento do Tribunal de Contas, vícios no processo, como a pouca divulgação e o conflito de prazos entre o extrato do edital e o edital, colaboraram para a baixa participação. O Ministério Público viu indícios de direcionamento.
Funcionária e concorrente
Uma das empresas vencedoras, a Oficina da Notícia, é de propriedade de Cláudia Queiroz Guedes. Durante a licitação, ela era funcionária comissionada da Câmara, o que viola a lei de licitações. Ela pediu exoneração antes de assinar o contrato. Essa irregularidade já é apontada pelo MP, em ação apresentada contra João Cláudio Derosso (PSDB), em novembro.
Relacionamento
Os contratos eram de apenas dois anos, mas foram prorrogados duas vezes, em 2008 e 2009 – chegando, então, a cinco anos de duração. Nesta época Cláudia já tinha um relacionamento estável com Derosso. Isso contraria o princípio da impessoalidade na gestão de verba pública.
Câmara em Ação
A revista Câmara em Ação, produzida pela empresa Visão Publicidade, custou R$ 14 milhões entre 2006 e 2010, com uma tiragem mensal que variou entre 156 mil e 247 mil. A tiragem incompatível com o conhecimento que a população tinha do veículo reforçou a suspeita de que a publicação teria sido superfaturada.
Promoção pessoal
Técnicos do TC revelaram que quase todos os gastos feitos pela Câmara em publicidade podem ter sido inconstitucionais. A Casa pagou para diversos jornais de bairro e até colunas sociais publicarem matérias elogiosas sobre os vereadores, o que pode ser considerado uso de dinheiro público para “promoção pessoal de autoridades”.

19 de dezembro de 2011

Sete caminhos para democratizar as câmaras municipais

A insatisfação com os legisladores municipais ganhou medida ontem. A Gazeta do Povo divulgou levantamento do Instituto Paraná Pesquisa mostrando que 66% da população paranaense desaprova o mandato dos atuais vereadores. Falta, entretanto, que essa insatisfação popular ganhe peso. De um lado, se o descontentamento é genuíno, isso precisa se traduzir em renovação nas urnas. Do contrário, será mera reclamação que ultrapassou a barreira dos dentes dos eleitores. De outro lado, se há vereadores preocupados com essa má imagem perante a população, há muito que eles próprios poderiam fazer para mudar.

A desaprovação reflete a crise de representação do Legislativo. Os legisladores locais são vistos pela população como servidores dos prefeitos, ao praticamente ignorar o papel fiscalizador que lhes cabe em troca de benesses. Há a percepção de que eles se ocupam apenas com banalidades, como conceder títulos honoríficos e nomear ruas. E o eleitor sente-se muito distante daqueles que deveriam ser os representantes do povo. Algumas iniciativas podem reverter essa imagem do Legislativo que se tornou no Paraná um poder desacreditado. Seguem sete sugestões que talvez possam fazer com que a população volte a encarar as despesas com câmaras como um investimento na democracia e não como um custo orçamentário:

1) acabar com premiações e homenagens a cidadãos. As câmaras não foram feitas para declarar que alguns cidadãos são mais honrados que outros. Prêmios e honrarias são completamente desnecessários e inúteis.
2) transferir às prefeituras a competência de atribuir nomes às ruas. Ou, então, criar um cadastro para que qualquer cidadão possa sugerir os nomes. As câmaras devem concentrar suas atenções em assuntos realmente importantes.
3) Negociar com as prefeituras a implementação do orçamento participativo nos municípios. Certamente isto irá mudar radicalmente a opinião da população a respeito das câmaras. O orçamento participativo permite uma maior interação entre cidadãos e vereadores e permite a tomada de decisão conjunta a respeito de onde o dinheiro público deve ser investido.
4) Cobrar para que as leis de transparência pública já existentes sejam cumpridas. Aprovar leis que tornem as instituições mais transparentes e as informações públicas de fácil acesso. Hoje não basta que as informações estejam na internet. Elas precisam ser fornecidas em formatos de fácil compreensão e possíveis de serem retrabalhados.
5) Implementar iniciativas que abram realmente as câmaras para a participação popular. Promover o debate público. Isso deve ser feito tanto na sede física das câmaras, como nas páginas de internet. Só assim é que elas realmente serão a Casa do Povo.
6) Fiscalizar as prefeituras. Se não quiser fiscalizar, não criar obstáculos para as oposições fiscalizarem. Num país de regime republicano, não faz sentido impedir investigações de denúncias e irregularidades.
7) Exercer o mandato de forma transparente. É necessário divulgar informações sobre gastos, agendas de reuniões, viagens, funcionários contratados, entre outros. Isso é um dever, não uma concessão ao eleitor.
Eis sete caminhos que podem contribuir para a refundação das câmaras municipais. Mas essas mudanças institucionais só ocorrerão com o apoio popular. Os 66% dos cidadãos paranaenses insatisfeitos devem se lembrar que eles próprios têm parcela de culpa pelas câmaras terem se tornado servas fiéis das prefeituras. Portanto, aproveitem esses me­­ses pré-eleitorais para exercer pressão por mudança de comportamento do seu vereador. E aqueles que não cumprirem de forma responsável com seus deveres, podem ser responsabilizados pelos eleitores nas urnas.

18 de dezembro de 2011

Pesquisa indica disputa acirrada pela prefeitura entre 3 candidatos

Levantamento mostra leve vantagem de Fruet sobre Ratinho Júnior, que está pouco à frente de Ducci. Considerando a margem de erro, os três estão tecnicamente empatados
A eleição para a prefeitura de Curitiba em 2012 deve ser muito acirrada. É o que mostra um levantamento de opinião feito pelo Instituto Paraná Pesquisas com exclusividade para a Gazeta do Povo. A pesquisa ouviu eleitores entre os dias 4 e 8 de dezembro.
O ex-deputado federal Gustavo Fruet, que em setembro trocou o PSDB pelo PDT, aparece na frente em todos os quatro cenários pesquisados, com variação de 20,3% a 28,5% das intenções de voto. Mas está praticamente empatado com o deputado federal Ratinho Júnior (PSC), com índices variando de 18,9% a 27,7%. O prefeito Luciano Ducci (PSB) está em ligeira desvantagem em relação aos outros dois. Tem entre 16,3% e 22,7%. Mas, considerando a margem de erro da pesquisa (3,5 pontos porcentuais para mais ou para menos), os três estão tecnicamente empatados (veja os resultados ao lado).
Fruet apresenta um desempenho melhor entre os eleitores homens e os que tem ensino superior. Ratinho tem mais votos entre as mulheres e as pessoas que cursaram apenas o ensino fundamental. Ducci consegue mais destaque entre as mulheres e as pessoas com ensino médio completo.
O cenário em que os três menos teriam votos é aquele com políticos conhecidos que já disputaram a prefeitura: Angelo Vanhoni (PT), Rubens Bueno (PPS) e Rafael Greca (PMDB). O cenário em que mais teriam votos seria aquele sem candidato do PT, partido que pode vir a apoiar Fruet.
Crescimento
Da última pesquisa divulgada pela Gazeta do Povo, em maio, para a nova sondagem, quem mais cresceu na intenção de voto dos curitibanos foram os dois principais concorrentes de Fruet. Na ocasião, o ex-tucano aparecia com 25%, Ra­­­tinho com 16% e Ducci com 13%. No levantamento anterior, porém, a Paraná Pesquisas havia medido a intenção de voto num cenário incluindo a então senadora Gleisi Hoffmann (PT). Ela aparecia em segundo lugar, com 22%. A possibilidade de Gleisi concorrer à prefeitura se tornou nula depois que ela assumiu a Casa Civil do go­­­ver­­no de Dilma Rousseff, em junho.
Para o diretor da Paraná Pes­­­quisas, Murilo Hidalgo, o levantamento anterior mostrava uma força maior de Fruet. “Havia o re­­­call [lembrança] da eleição para o Senado [cargo ao qual Fruet concorreu]. Agora ele se mantém à frente. Mas Ratinho e o prefeito ganharam terreno”, avalia. Para Hidalgo, a atual pesquisa aponta para uma definição da eleição apenas no segundo turno.
Mas Hidalgo avalia que Ducci e Ratinho podem crescer mais daqui para frente. “O Ratinho, como é deputado e radialista, tem condições de se manter em evidência. O prefeito tem a visibilidade toda do cargo, para o bem e para o mal. Ele aparece, pode inaugurar obras. O Fruet está em desvantagem nesse quesito [já que não tem mandato].”
O cientista político Ricardo Oliveira, da UFPR, pondera que Fruet conseguiu manter um bom ín­­­dice ao longo destes meses, mesmo sem cargo. “A saída dele do PSDB para o PDT não alterou a grande popularidade que tem.”
O cientista político Luiz Domin­­­gos Costa, professor da Uninter, ressalta que Ducci conseguiu um crescimento expressivo, apesar das investigações envolvendo a Câmara Municipal e o presidente licenciado da Casa, João Cláudio Derosso (PSDB). “A pesquisa mostra a exposição que ele está buscando e a blindagem que coneguiu contra qualquer crise na Câmara. As denúncias contra Derosso, que é do PSDB, até ajudam, pois não são contra o partido do Ducci.”
Disputa a dois
No 2º turno, pedetista venceria
Em um eventual segundo turno para definir o próximo prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT) venceria os confrontos contra Luciano Ducci (PSB) e Ratinho Júnior (PSC). Se a eleição fosse hoje, o pedetista teria entre seis e oito pontos de vantagem, respectivamente. A possibilidade de a decisão ficar para a segunda etapa é grande, segundo o diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo.
Se a disputa do segundo turno ocorresse entre Ratinho e Ducci, o vencedor seria decidido por uma diferença mínima de votos. Eles aparecem tecnicamente empatados: 42,7% para o atual deputado federal e 42,5% para o prefeito.
Na hipótese de Fruet disputar o segundo turno com Ducci, os eleitores de Ratinho se dividiriam, e tanto o pedetista como o prefeito receberiam votos. Mas, se Ratinho e Ducci protagonizassem a disputa final, Ducci receberia boa parte dos votos (50%) que no primeiro turno seriam de Fruet, mas uma parte menor (37,9%) iria para Ratinho.
Caso o prefeito ficasse de fora do segundo turno, o grande beneficiado seria Fruet, que abocanharia 56,5% dos eleitores de Ducci. Ratinho ficaria com 31%.
“Esses cenários mostram que o eleitor de Ducci e do Ratinho não são muito fiéis. Até a eleição, o voto dessas pessoas pode pular para um lado ou outro, e também vai depender do desempenho do prefeito durante a campanha”, observa o cientista político Luiz Domingos Costa, do Uninter. Segundo ele, Ducci ainda não enfrentou situações de debate ou confronto ou assuntos mais delicados. “O eleitor do Ratinho também tende a vê-lo como o político que providencia uma ambulância, ou alguma coisa de assistência. Mas é preciso vê-lo debatendo algum grande tema.”
Richa transfere mais votos
Independentemente do desempenho de cada pré-candidato, o apoio de alguns “caciques” será importante na definição do voto do curitibano.
Leia a matéria completa
Ala majoritária do PT decide apoiar Fruet
Resolução só poderá ser oficializada em junho. Ministro Paulo Bernardo reconheceu que o partido negociava com o ex-tucano antes de ele deixar o PSDB.
Leia a matéria completa
Desistência de Ratinho mudaria o rumo da campanha
A confirmação da candidatura do deputado federal Ratinho Júnior (PSC) à prefeitura de Curitiba é o principal questionamento político da cidade. De acordo com as fontes ouvidas pela Gazeta do Povo, apesar da disposição dele em concorrer, há grandes chances de ele retirar seu nome da disputa.

Bom dia para todos e uma linda menságem de natal.

Uma linda mansagem de natal.


Mensagem de natal

Natal é o nascimento de Cristo. Que Deus, em sua infinita bondade, abençoe e encha de paz os  nossos corações,dos nossos pais,  irmãos e dos nossos amigos.Que o natal ensine as pessoas a compreender mais, a respeitar mais e a amar mais.Felíz natal, é o que deseja Adão Rowiecki e família. E que venha 2012 com dias brilhantes e iluminados de amor e alegria, muita paz para todos,feliz ano novo feliz 2012.